Parque do Moinho: SP toma posse da área de antiga favela

Ainda há nove famílias que vivem no local e aguardam pela remoção

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Parque do Moinho: SP toma posse da área de antiga favela. Imagem: Governo de SP
Foto: Parque do Moinho: SP toma posse da área de antiga favela. Imagem: Governo de SP
Foto: Parque do Moinho: SP toma posse da área de antiga favela. Imagem: Governo de SP
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São Paulo (SP), sexta-feira, 3 de julho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Enfim, o governo de São Paulo tomou posse da área onde ficava antiga Favela do Moinho, na região central, em São Paulo, nesta sexta-feira (2), onde ficará o futuro Parque do Moinho. Desde 2023, havia a tratativa nas esferas estadual e federal para que a área fosse pra a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).

Agora, a CDHU ficará a cargo da criação desse Parque do Moinho, em uma tentativa de revitalizar a região. Após anos de desocupações e polêmicas, os moradores da região já deixaram o local e, segundo o governo, todos já foram reassentados em novas unidades habitacionais.

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Por isso, o foco total do órgão estadual é a construção do novo parque, que inclusive já teve todo o projeto devidamente desenvolvido. Segundo a CDHU, o futuro espaço na capital paulista será voltado ao lazer e convivência social, além da qualificação urbana.

Parque do Moinho terá estação de trem ao lado

Parque do Moinho: SP toma posse da área de antiga favela. Imagem: Governo de SP
Parque do Moinho: SP toma posse da área de antiga favela. Imagem: Governo de SP

Após a conclusão do Parque do Moinho, há a promessa do governo estadual em construir uma nova estação de trem na região, no terreno que fica ao lado e pertence à Ceagesp e à particulares. Mas, já há um processo em andamento para transferência total ao estado.

Segundo o Palácio dos Bandeirantes, o novo espaço público no Campos Elísios terá uma área de 61,3 mil metros quadrados, com muita área verde de uso coletivo. No local, também terá atrações como academia ao ar livre, quadras poliesportivas, de esporte de areia, pista de skate e até caminhada, além de espaço para andar de bicicleta.

Além disso, essa região é considerada estratégica e de fácil acesso por atravessar o Viaduto Engenheiro Orlando Murgel. E fica entre as faixas operacionais das linhas 7 – Rubi, 8 – Diamante e 11 – Coral do sistema ferroviário metropolitano.

“Todo o projeto foi concebido a partir de quatro eixos estruturais: Eixo Cultural e Educativo, Eixo Ecológico, Eixo Esportivo e Recreativo e Eixo de serviço”, diz o governo paulista.

Para onde foram as famílias

Nesse processo de criação do Parque do Moinho, os moradores da antiga favela, considerada insalubre, pelas condições precárias, foram reassentadas em diversas regiões.

Segundo o governo, houve uma adesão voluntária dos moradores e isso também já está em fase final. Até agora, 950 famílias já se mudaram e 637 delas estão nas novas unidades habitacionais criadas pela CDHU.

Aqueles que ainda aguardam os novos imóveis, recebem auxílio de R$ 1.200 do governo do estado até que as novas casas fiquem prontas. Por enquanto, nove famílias ainda ficam na área da antiga favela e aguardam trâmites burocráticos para a mudança, de acordo com o governo, que segue em andamento com o Parque do Moinho.

 

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✦ Notícias — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Marcos Eduardo Carvalho, editor-chefe do Diário Prime. Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté), e que trabalha também no jornal OVALE, no portal Manezinho News e nos blogues do FolhaGo, Tecnotícias, Diário Prime e Olhar Automotivo Para acompanhar mais coberturas de Marcos Eduardo Carvalho, .

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