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Saúde do Rio cria normas para evitar desperdício de vacinas; confira

Após receber denúncias de desperdício de vacina no Rio, pasta da Saúde determina novas regras para evitar descarte do imunizante; confira

Nesta semana chegaram denúncias de desperdício de doses da vacina Oxford à Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro . Segundo as denúncias apuradas, doses da vacina contra Covid seriam descartadas porque não havia em quem aplicá-las.

Veja também: Apesar de 109 mil vacinados, Rio pode descartar doses de vacina; confira

Saúde do Rio cria normas para evitar desperdício de vacinas Imagem: Reprodução Instagram @saude_rio
Saúde do Rio cria normas para evitar desperdício de vacinas Imagem: Reprodução Instagram @saude_rio

Assim, a Secretaria de Saúde determinou um conjunto de procedimentos para impedir que novas doses da vacina sejam descartadas por não haver público para tomá-las. Dessa forma, o órgão público espera minimizar as perdas do imunizante.

Com frascos multidoses e rápida deterioração, vacina pode ser desperdiçada

Um dos maiores problemas identificados nesta questão do desperdícios de doses da vacina Oxford/Astrazeneca é a embalagem do imunizante. Assim, a farmacêutica envia frascos que contém dez doses de vacina.

Logo, uma vez aberto o frasco; as doses serão aplicadas em até seis horas; porque o imunizante passa por rápida deterioração. Ou seja, trata-se de uma corrida contra o relógio.

Dessa forma, o início da vacinação nos profissionais de saúde com mais de 60 anos foi o marco necessário para observar esta falha logística no plano de vacinação. Assim, a pasta da Saúde determinou novos procedimentos para garantir que houvesse o menor desperdício possível das doses imunizantes.

Prefeitura espera vacinar toda população idosa até março

Por outro lado, ao passo que segue o calendário de vacinação dos profissionais de saúde com mais de 60 anos; se inicia a vacinação da população em geral, começando pelos maiores de 80 anos.

Na expectativa de receber doses da CoronaVac na próxima semana, a prefeitura do Rio estabeleceu como meta vacinar todos acima de 60 anos até o fim do mês de março. Além da remessa da vacina produzida pelo Instituto Butantã, em São Paulo; uma nova carga chegará da Fiocruz nos próximos dias.

Segundo o prefeito Eduardo Paes, “Final do mês de março, veremos se a gente consegue toda população acima dos 60 anos já vacinada. Meu apelo é para que a gente cuide dos nossos idosos, nossos coroas”, disse o chefe do executivo municipal.

As novas regras para vacinação no Rio

Dessa forma, o poder público definiu novos procedimentos para combater o desperdício de doses da vacina Oxford/Astrazeneca. Assim, toda a rede pública de saúde do estado do Rio de Janeiro recebeu as novas orientações.

De acordo com as normas estabelecidas para evitar desperdício, existe a recomendação de que abram os frascos multidoses  no início do dia, para dar tempo de não perder a propriedade farmacológica.

Por outro lado, caso cheguem pessoas para receber a vacina no fim do dia, o indicado é que a unidade de saúde abra frascos de dose única, que é o caso da Coronavac, para evitar desperdício.

Em entrevista concedida à imprensa, o Secretário de Saúde Daniel Soranz afirmou ainda pormenores dos critérios. Assim, ele esclarece qualquer dúvida que haja quanto ao plano de vacinação no Rio.

Segundo o secretário, “Caso isso [situações excepcionais] aconteça, os profissionais estão autorizados a aplicar essas vacinas em outras pessoas que necessitam, dentro da unidade ou na região.” , especificou o chefe da pasta.

“Mas a recomendação é que eles evitem que isso aconteça. Isso é uma exceção para não se perder dose, e para isso acontecer, tudo estará devidamente documentado para que não seja motivo para as pessoas furarem a fila“, disse Soranz.

Veja também: No Rio, Polícia e MP juntam forças para combater “fura-filas” da vacina

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