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Morte na porta do Ipsemg em Belo Horizonte causa revolta na família por negligência

A mulher falecida acompanhava sua mãe, se sentiu mal, mas não teve atendimento

A família de Carla Lima, 47 anos, está inconsolável por conta de uma suposta situação de negligência.  A morte na porta do Ipsemg aconteceu nesta madrugada (21/01), no Santa Efigênia, na capital mineira.

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Carla Lima era vendedora e acompanhava sua mãe, que estava internada em uma unidade do Ipsemg
Carla Lima era vendedora e acompanhava sua mãe, que estava internada em uma unidade do Ipsemg – Foto: Célia Ferreira

Segundo dados do boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar, a mulher acompanhava sua mãe, que estava internada por causa de uma infecção urinária. A morte na porta do Ipsemg, de acordo com informações dispostas, poderia ter sido evitada.

Morte na porta do Ipsemg pode ter sido negligência médica

Carla Lima era vendedora e acompanhava sua mãe, que estava internada em uma unidade do Ipsemg (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais). Segundo a Polícia Militar, começou a ter dores no peito e no braço na quarta (20/01), à tarde.

Como o incômodo persistiu, a mulher pediu que um médico a examinasse. Contudo, por ela não ser uma servidora do Estado, não pôde receber o atendimento.

Célia Ferreira relata que sua filha até chorou quando soube da internação da mãe por causa da infecção urinária. Carla estava com receio de perdê-la, pois eram uma pela outra.

Depois da internação de Célia, a filha foi para casa, tomou um banho e retornou já se dizendo com dor. Ela procurou por um médico para ser atendida, mas disseram que não poderiam fazer nada por ela.

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Carla, então, pediu por um medicamento. Contudo, o médico informou que seria antiético, recomendando que a mulher procurasse um hospital com o qual ela tinha convênio.

Com as dores aumentando, já durante a madrugada, a equipe médica plantonista verificou os sinais vitais e pressão arterial de Carla. O exame prévio não atestou emergência, novamente sendo recomendado que ela procurasse ajuda em outro local.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, a mulher despediu-se da mãe, dizendo ir procurar auxílio para sua dor. Foi então que aconteceu a morte na porta do Ipsemg, enquanto Carla esperava pelo carro.

Ao cair no chão, a vítima teve o devido socorrido, mas não resistiu. A alegação do hospital é a exclusividade para os servidores do Estado. Todavia, os médicos fizeram as avaliações em Carla, afirmando não ser caso urgente.

Nota do hospital

Em nota, o hospital esclareceu o que houve. A mulher teve o atendimento efetuado pela equipe médica do setor de urgência, de acordo com sua versão. Mas, sofreu mal-súbito, não tendo muito o que se fazer.

A constatação médica inicial, ainda de acordo com os dizeres do Ipsemg, é de que a paciente manteve a normalidade dos sinais vitais. Mesmo sentindo dor, não havia indícios de que ela precisava de atendimento emergencial.

Carla estava consciente, falando, bem como andando normalmente. Pela nota da unidade de saúde, a morte na porta do Ipsemg foi uma fatalidade, pois adotou-se todos os protocolos vigentes em um caso como esse.

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