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Niterói diz não à violência contra a mulher através do Niterói Lilás

Niterói Lilás e a luta contra a violência contra a mulher.

Rio de Janeiro, 06 de agosto de 2022, por Priscila Lívia — Confira agora mesmo Niterói diz não à violência contra a mulher através do Niterói Lilás. Veja no Blog Diário Prime todo o apoio que a cidade tem dado à luta contra feminicídios. Entenda a importância de campanhas como essa para a sociedade. Veja todos os detalhes da campanha pela justiça e por uma sociedade melhor.

Niterói diz não à violência contra a mulher através do Niterói Lilás: confira os detalhes da campanha

Todos sabemos que há muita violência e preconceito dentro do país. Por isso, campanhas de apoio e conscientização fazem-se mais do que necessárias. É por isso que o Niterói Lilás tem ganhado tanta força da população. Afinal, todos sofrem com a violência contra a mulher e é preciso unir forças para acabar com essa situação.

A que se deve a luta do Niterói Lilás?

Durante a pandemia, um número cada vez maior de mulheres passou a sofrer violência de todas as naturezas. Afinal, passaram a ficar mais tempo em um lugar só, trazendo, sobretudo, um maior índice para a violência doméstica.

Recentemente, pudemos acompanhar vários casos de abusos, inclusive de médicos, contra mulheres incapazes de se defender. Tamanha covardia não passou despercebida pela sociedade. Em resposta a tantas ofensas e agressões, o Niterói Lilás ergue-se em apoio a todas as vítimas.

No dia 6 de agosto de 2022, uma passeata foi realizada na Praia de Icaraí. O ato fez menção aos 16 anos da criação da Lei Maria da Penha, que visa trazer justiça à causa. O movimento teve apoio da Prefeitura de Niterói e Codim.

Campanhas realmente solucionam a violência contra as mulheres?

A campanha de conscientização não é uma solução, mas parte dela. É por meio do se fazer saber que as pessoas passam a compreender o que há de errado em suas atitudes, por mais inocentes que possam parecer.

“O objetivo da manifestação é provocar reflexão, e criar consciência sobre as formas de violência contra as mulheres. O problema da violência doméstica é social e, como poder público. Precisamos trazer isso para o debate da sociedade. Seguiremos juntas enfrentando à violência contra a mulher”, disse a secretária de Políticas e Direitos das Mulheres, Fernanda Sixel.

Assim, muitas pessoas impactadas passam a apoiar e a repudiar os tipos de violência que existem. Além disso, ideias de que a vítima é a culpada tornam-se mais inaceitáveis. Dessa forma, a justiça pode ser feita de modo mais eficaz e as mulheres podem gozar de seu direito à liberdade e à dignidade humana.

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