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São José dos Campos (SP), segunda-feira, 8 de junho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Priscila Mendes Cabral, 44 anos, era funcionária pública em Mauá, na Grande São Paulo. Alegre, cheia de planos e sonhos, mãe de duas filhas (11 e 20 anos), teve sua vida interrompida de forma trágica, após não resistir aos ferimentos após ser atropelada. O enterro aconteceu em Ribeirão Pires, também na Grande São Paulo, neste último domingo (7).
No entanto, Priscila já lutava pela vida desde a madrugada do dia 31 de maio, quando aconteceu o atropelamento. Na oportunidade, Priscila Mendes estava na Avenida Capitão João, altura do número 1.031, centro da cidade, quando a tragédia aconteceu. Segundo testemunhas, três carros trafegavam em alta velocidade pela via e a suspeita é de que participavam de um racha. Ninguém parou para prestar socorro.
A mulher ainda ficou quatro dias internadas em um hospital, com fraturas nas duas pernas e traumatismo craniano. Apesar da luta pela vida, ela não resistiu e se tornou mais uma vítima fatal da imprudência no trânsito.
Priscila estava com o namorado no dia do acidente

De acordo com o boletim de ocorrência, Priscila Mendes estava com o namorado em um bar e, quando saíram, viram que o carro estava sem bateria. Assim, o namorado buscou ajuda na para empurrar o veículo, enquanto ela aguardava no local.
No entanto, em seguida, ele ouviu um barulho forte e viu que a namorada tinha sido atropelada. Após chegar à avenida, a PM (Polícia Militar), encontrou dois carros amassados no local, entre eles o que atropelou a vítima.
Porém, um terceiro veículo, um BMW azul, também teria se envolvido na batida. Ainda no BO, testemunhas teriam dito que o carro estava em alta velocidade na avenida e que o motorista saiu sem prestar socorro.
Já o motorista do carro que atropelou Priscila disse que trafegava no sentido centro-bairro e a BMW o ultrapassou em alta velocidade e entrou na contramão. Então, teria tentado frear, perdeu o controle e atingiu a vítima e o outro carro.
Além disso, o motorista que a atropelou disse que chamou o resgate. Apesar disso e dos esforços no hospital, ela não resistiu.
Família cobra Justiça
Agora, amigos e familiares de Priscila, em meio à dor pela perda dela, cobrar justiça. Inclusive, criaram uma campanha na internet, ‘Justiça pela Pri’. Por enquanto, nem todos os envolvidos foram identificados pela polícia.
E ainda não se sabe se o motorista que a atropelou também participava do suposto racha. Mas, o fato é que Priscila perdeu a vida precocemente em mais um acidente por excesso de velocidade.
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