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Quase 10 milhões de pessoas vivem sozinhas no Brasil

Confira dados sobre pessoas que vivem sozinhas no Brasil.

Rio de Janeiro, 23 de julho de 2022, por Priscila Lívia — Você gostaria de entender por que quase 10 milhões de pessoas vivem sozinhas no Brasil? Saiba no blog Diário Prime como foi a evolução desse número ao longo dos anos. Confira todas as tendências dos brasileiros nos dias hoje. Fique por dentro de tudo isso e muito mais.

Quase 10 milhões de pessoas vivem sozinhas no Brasil: entenda o crescimento desse número

O IBGE é o instituto responsável por todas as estatísticas que envolvem a geografia brasileira. Por isso, por meio dele são divulgadas pesquisas de âmbitos político, econômico e social. Dessa forma, a Pnad Contínua, que faz o levantamento das moradias brasileiras, também tem seus resultados depositados no acervo do IBGE.

Entenda melhor as pessoas que vivem sozinhas de acordo com seu sexo

Como as pesquisas e as interpretações são feitas por meio de estatística, é necessário que se façam comparações. Ou seja, é preciso olhar para pesquisas anteriores em busca de respostas mais coerentes com a realidade de fato.

Então, quando se trata de sexo, os resultados de 2021 e de 2012 não alteram significativamente. Assim, cerca de 51,1% das pessoas que moram sozinhas são mulheres. Enquanto os outros 48,9% correspondem aos homens.

De acordo com o IBGE, a idade dessas pessoas também é um dado importante. Afinal, quando se trata da população idosa, as mulheres são a maioria que vive sozinha. Enquanto as idades entre os homens são melhor distribuídas, tendendo sempre para os mais jovens.

A raça também um fator relevante para a nossa análise

Todos sabemos bastante sobre o racismo estrutural e as desigualdades sociais. Por isso, é importante lembrar que quanto mais o assunto é discutido, melhores são os resultados em prol da justiça social. Assim, essa pesquisa mostra avanços da luta racial no país.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo portal Imovelweb. Antes de o trabalho remoto ser incorporado como única alternativa possível à pandemia. A casa muitas vezes era apenas um local de passagem, as pessoas passavam mais tempo fora do que em casa e só os fins de semana são um tempo para desfrutar plenamente.

O estudo, que entrevistou 3.200 usuários da Argentina, México, Brasil, Peru, Equador e Panamá para entender como as pessoas se relacionam com suas casas, descobriu que 87% dos entrevistados estavam interessados ​​em se mudar para uma nova propriedade. Por outro lado, os restantes 13% sentiram que a opção de renovar a sua casa foi eficaz.

O impacto da transformação do trabalho é um dos principais fatores agora, pois novas demandas desencadeiam uma transformação que divide, unifica e amplia o espaço.

Houve um aumento significativo entre 2012 e 2021 em relação à população negra e parda. Isto é, as pessoas que assim se declaram passaram a participar mais em todas as regiões do Brasil. Dessa forma, os dados tornam-se cada vez mais lapidados.

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