Remédio genérico varia até 2.433,59% em SP, diz Procon

Pesquisa feita em maio foi divulgada nesta terça-feira (7)

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Remédio genérico varia até 2.433,59% em SP, diz Procon. Imagem: Arquivo/Agência Brasil
Foto: Remédio genérico varia até 2.433,59% em SP, diz Procon. Imagem: Arquivo/Agência Brasil
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São Paulo (SP), terça-feira, 7 de julho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Muita atenção na hora de comprar um remédio genérico na cidade de São Paulo. Isso porque, de acordo com dados divulgados pelo Procon (órgão de Defesa do Consumidor), a diferença de preços do mesmo produto em lugares diferentes chega a 2.433,59%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (7) na capital paulista.

Um exemplo prático quando ao preço de um remédio genérico é um medicamento usado para disfunção erétil, com 40 comprimidos de cinco miligramas na cartela. No caso, o mesmo produto custa R$ 3,87 em uma farmácia da zona sul e até R$ 98,05 em uma farmácia na região norte da capital paulista.

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Enquanto isso, uma cartela também com 30 comprimidos de 25 microgramas para hipotireoidismo custa o mínimo de R$ 10,73 e o máximo de R$ 41,43 em outra farmácia. Em resumo, o mesmo medicamento custa até quatro vezes mais em dois lugares diferentes.

Procon orienta consumidor a pesquisar preço do remédio genérico

Primeiramente, vale lembrar que o remédio genérico é, normalmente, mais barato que o chamado remédio de referência, que é o de marca. Então, costumam custar cerca de 63,05% a menos que os de referência, ou seja, uma importante economia para quem precisa de um determinado medicamento.

Assim, o Procon oriente a necessidade de que o consumidor pesquise em mais de uma farmácia e drogaria. Além disso, alerta para que se verifique se aquele determinado remédio está disponível em algum programa social governamental.

Por exemplo, um remédio de uso contínuo para colesterol pode ter custo zero se comprar em uma farmácia popular com a apresentação da receita. Afinal de contas, esses itens são subsidiados pelo governo, que depois repassa o valor do produto para aquele estabelecimento comercial, que também precisa cadastrar os dados daquele consumidor, até como forma de evitar fraudes.

Como foi feita a pesquisa

Segundo o Procon, essa pesquisa com o preço do remédio genérico em São Paulo verificou dez farmácias e drogarias na capital entre os dias 19 e 20 de maio deste ano. Além disso, aconteceu ainda presencialmente em mais dez cidades paulistas e em dez sites de forma online, considerando grandes redes de atendimento do setor.

Considerando a forma presencial e online, se comparou preços de cerca de 70 produtos, tanto genéricos quanto de referência, onde foi possível fazer o levantamento. E, para ver toda a lista completa com nomes de remédio genérico, basta entrar no site oficial do Procon-SP.

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✦ Notícias — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Marcos Eduardo Carvalho, editor-chefe do Diário Prime. Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté), e que trabalha também no jornal OVALE, no portal Manezinho News e nos blogues do FolhaGo, Tecnotícias, Diário Prime e Olhar Automotivo Para acompanhar mais coberturas de Marcos Eduardo Carvalho, .

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