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São Paulo (SP), terça-feira, 21 de julho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – A polícia prendeu na noite desta última segunda-feira (20), mais um suspeito na participação do assassinado do cabo da PM (Polícia Militar), Fabrício Gomes de Santana. O crime aconteceu em janeiro deste ano e, desde então, seis suspeitos de participarem do crime já foram presos desde então. Por enquanto, não informaram qual teria sido a participação do suspeito no crime.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito que não teve o nome revelado, foi preso no bairro Capão Redondo, zona sul de São Paulo. Em janeiro, o corpo do cabo Fabrício foi encontrado enterrado em Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, após provavelmente ter sido morto na capital, na região do M’Boi Mirim, também região sul da cidade.
Esse homem preso na segunda-feira já era procurado desde fevereiro, quando a Justiça decretou a prisão temporária. Há forte suspeita de que a vítima tenha sido condenada pelo chamado ‘tribunal do crime’, após desentendimento com um traficante em uma festa.
Suspeito do crime contra Fabrício tentou fugir

Nesta segunda-feira, uma viatura da PM fazia uma patrulha de rotina na estrada do M’Boi Mirim, quando viu um carro na contramão. Então os policiais o abordaram, mas nem imaginavam que poderia ser um suspeito da morte do colega Fabrício Gomes.
No entanto, o suspeito se mostrou nervoso com a abordagem e acelerou o veículo para tentar fugir. Mas, acabou alcançado e preso pelos agentes depois de perseguição.
Assim, o suspeito acabou abordado definitivamente na Rua Justino Rodrigues da Conceição. E, na abordagem, os policiais ainda viram que o carro tinha adulteração no chassi e um registro de roubo de maio do ano passado. Após consulta no sistema, também viram que havia um mandado de prisão preventiva em aberto contra ele.
Então, os policiais o levaram ao 47º DP (Distrito Policial). Por lá, foi autuado por crimes de receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e em cumprimento ao mandado de prisão preventiva. O carro foi apreendido.
Como foi o crime
Fabrício Gomes de Santana, então com 40 anos, foi a uma festa na zona sul de São Paulo, quando estava de férias. Lá, teria visto um homem consumindo drogas e o repreendeu.
No entanto, esse homem seria um traficante, que foi embora e depois o ‘dedurou’ por ser policial e estar naquela área. Então, a vítima, horas depois, em uma adega, acabou atacado por membros de uma facção criminosa.
Então, teria sido torturado e morto pelos criminosos. Na oportunidade, o carro de Fabrício foi achado carbonizado em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, enquanto o corpo foi achado em Mogi-Guaçu, dias depois.
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