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São José dos Campos (SP), segunda-feira, 1º de junho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho
Gabriel Bueno, 25 anos, casado e cheio de sonhos.
No entanto, no último dia 27 de maio, todos os sonhos se acabaram de forma brutal. Afinal de contas, ele foi vítima de latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. Esse caso aconteceu na rua Joaquim Guerra de Azevedo, bairro do Capão Redondo, região sul de São Paulo.
Até agora, quase uma semana depois do crime, ainda não se tem pistas dos assaltantes. Na oportunidade, Gabriel Bueno acabou morto na frente da esposa, que não conseguiu reagir.
De acordo com dados divulgados pela SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado de São Paulo, apenas nos primeiros cinco meses do ano, a cidade registrou dez casos de latrocínio. No ano anterior, foram 39 registros durante os 12 meses.
Como foi o crime contra Gabriel Bueno

Naquele dia , Gabriel Bueno estava indo para a academia, ao lado da esposa, como sempre fazia. Entretanto, durante a volta dos dois, aconteceu o crime que abalou a comunidade.
Enquanto transitavam de moto pela rua, outra motocicleta, com dois assaltantes, abordou o casal. Ali, eles exigiram a entrega do celular, da própria moto e das alianças do casal.
De acordo com o boletim de ocorrência, mesmo sem reagir e entregar todos os pertences, o jovem acabou baleado. No momento, o tiro veio pelas costas, através de um dos bandidos. O motivo: o celular não era um iPhone.
Ainda com vida, Gabriel Bueno foi socorrido ao Hospital Municipal M’Boi Mirim. Contudo, não foi possível salvar a vida do jovem, que teve seus sonhos interrompidos.
Gabriel era filho único
Nesta tragédia em mais um caso de crime em São Paulo, um agravante: Gabriel Bueno era filho único, além de recém-casado. Então, deixa a esposa e os pais desolados com essa tragédia brutal.
De acordo com amigos e familiares, ‘Zacka’, como também era chamado, será lembrado por ser uma pessoa alegre, que ria de tudo. Mais que isso, era determinado e sonhador, tanto é que havia se formado em Publicidade e Propaganda.
Atualmente, ele integrava a ONG Galera do Bem SP, onde sempre ajudava as pessoas. Por lá, também desenvolvia seus dotes musicais, tocando pandeiro, cavaquinho e tan tan.
Jovem era apaixonado por futebol
Gabriel Bueno também amava o Palmeiras, seu clube do coração. Muitas vezes, era visto na comunidade, orgulhosamente, com o uniforme do time. E tudo isso ficou na lembrança, um misto de saudade e revolta.
Por fim, a polícia segue as investigações, mas sem pista dos criminosos. De acordo com a SSP, quem tiver informações sobre o paradeiro dos assaltantes, deve ligar para o número 181.
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