Museu do Ipiranga terá ‘check up’ digital igual ao Coliseu de Roma

Escaneamento irá ajudar o espaço a ficar conservado por mais tempo

13 11 3 min de leitura
Museu do Ipiranga terá ‘check up’ digital igual ao Coliseu de Roma. Imagem: Ipiranga Digital
Foto: Museu do Ipiranga terá ‘check up’ digital igual ao Coliseu de Roma. Imagem: Ipiranga Digital
Foto: Museu do Ipiranga terá ‘check up’ digital igual ao Coliseu de Roma. Imagem: Ipiranga Digital
Clara
Clara Colunista · Online agora
Dúvidas sobre essa matéria?
Fale comigo que explico 💬
Iniciar conversa

São José dos Campos (SP), sábado, 13 de junho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – O que o Museu do Ipiranga, em São Paulo, e o Coliseu de Roma, na Itália, têm em comum? Ambos recebem a mesma tecnologia de escaneamento a laser 3D, que visa garantir a conservação do espaço na capital paulista.

A partir de julho, o Museu do Ipiranga passará por esse ‘check up’ digital para que a conservação do espaço, que passou por restauração recente, continue por mais tempo. Na prática, o local terá um escaneamento completo, por dentro e por fora. E possibilitará a análise do comportamento do prédio após a reforma pela qual passou.

Leia também
Para Você
0 0
2
Notícias
Tenente Pimentel: médicos retiram sedativos, diz esposa
3
Notícias
Caso Marcelo: polícia prende 3 e mata um suspeito
4
Notícias
Padrasto é condenado a 2 anos e 4 meses de prisão por homofobia
5
Notícias
Jeferson, que atropelou idoso de 66 anos, tem prisão decretada
6
Notícias
Moema: quem são os 4 detidos após furto em apartamento
7
Notícias
Biblioteca Mario de Andrade ganha R$ 5,74 mi para preservação

Enfim, a ideia centro do programa é fazer uma conservação preventiva do museu. Afinal de contas, se trata de um dos principais símbolos da capital paulista, que ficou praticamente uma década fechado e reabriu em setembro de 2022.

Como será o escaneamento do Museu do Ipiranga?

Museu do Ipiranga terá ‘check up’ digital igual ao Coliseu de Roma. Imagem: Ipiranga Digital
Museu do Ipiranga terá ‘check up’ digital igual ao Coliseu de Roma. Imagem: Ipiranga Digital

Agora, esse escaneamento do Museu do Ipiranga irá usar um aparelho do tamanho de uma caixa de sapato. No local, irá disparar milhares de raios laser, que medirão cada centímetro do prédio com total precisão. Enfim, será possível ter uma cópia 3D completa do local.

Trocando em miúdos, o espaço irá ganhar um irmão ‘gêmeo digital’, onde será possível armazenar informações de todos os detalhes, como paredes e pisos, além de toda a estrutura. Essa tecnologia tem o nome de HBIM (Modelagem da Informação para Edifícios Históricos).

Com esse mecanismo, é possível, entre outras coisas, ver o que os olhos humanos não veem, como futuras umidades escondidas, mofos, alterações nos materiais e até problemas estruturais. Em resumo, é como se fizessem uma tomografia no Museu do Ipiranga.

Enfim, os gestores, neste caso, não irão esperar o desabamento do telhado ou uma infiltração mais profunda para agir. Neste caso, irão detectar sinais precoces de problemas e fazer pequenos reparos.

Escaneamento será feito gradualmente

Esse trabalho também permitirá que o Museu do Ipiranga permaneça aberto para os visitantes. E o laboratório Diaprem, da Universidade de Ferrara, da Itália, irá realizar esse trabalho, assim como já fez com o Coliseu de Roma.

Em São Paulo, como o escaneamento será feito de forma gradual, haverá um planejamento de atividades para não atrapalhar os funcionários e, principalmente, os visitantes.

Com isso, continuará o funcionamento normal para quem quer ir ao espaço na capital paulista. Por fim, é também uma oportunidade de garantir que a conservação do Museu do Ipiranga dure por mais tempo, sem a necessidade de grandes intervenções, o que tornaria o serviço ainda mais caro.

🔍 Precisão editorial — Nosso compromisso é com a informação correta.
🔍
Reportar um Erro
Precisão editorial é nosso compromisso

Seu relatório é anônimo e ajuda a manter a qualidade editorial.

✦ Notícias — Esta reportagem, publicada há 1 meses, é assinada por Marcos Eduardo Carvalho, editor-chefe do Diário Prime. Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté), e que trabalha também no jornal OVALE, no portal Manezinho News e nos blogues do FolhaGo, Tecnotícias, Diário Prime e Olhar Automotivo Para acompanhar mais coberturas de Marcos Eduardo Carvalho, .

capital paulistacheck up digitalescaneamentoMuseu do IpirangaSão Paulo
0 comentários

Participe da discussão sobre esta matéria. Sua opinião é importante.

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário
Escolha um avatar:
Carregando...
Para Você
Para Você
Carregando...
Leia Também