São José dos Campos (SP), sábado, 6 de junho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – O fisiculturista e influenciador digital Fábio Giga dirigia o Porsche Carrera GTS que sofreu acidente na região do Sacomã, em São Paulo, na tarde deste sábado (6). Ele perdeu o controle do veículo e atingiu três motos e outros dois carros, que deixou dois feridos sem gravidade.
Com quatro milhões de seguidores nas redes sociais, Fábio Giga se manifestou em sua conta no Instagram na noite deste sábado (6), através de seus advogados de defesa. Após a batida do Porsche, ele passou pelo teste do bafômetro, que deu negativo.
Esse acidente aconteceu na Rua das Juntas Provisórias e, segundo os advogados, o influenciador seguiu todos os protocolos em acidentes, chamando o socorro e prestando atendimento às vítimas. “Desde o primeiro momento, o sr. Fábio adotou postura colaborativa e responsável”, disse um trecho da nota.
Fábio Giga continuará prestando assistência, diz defesa
Em outro trecho do comunicado, a defesa do influenciador Fábio Giga afirmou que ele continuará prestando apoio às vítimas após o acidente. E disse ainda que todos eles estão conscientes e sem ferimentos graves. “A apuração dos fatos deve ocorrer com serenidade, responsabilidade e observância ao devido processo legal, evitando-se conclusões precipitadas”, afirmou em outro trecho.
No depoimento, o influenciador alegou que perdeu o controle do carro após passar em um desnível e que o carro é muito baixo. Assim, atingiu os demais veículos que transitavam pela via naquele momento.
A defesa, no entanto, não comentou sobre um possível excesso de velocidade por parte de Fábio Giga. Na hora do acidente, ele estava com outro influenciador fitness, Bitelo, no espaço do carona. Nenhum dos dois se machucou.
Atualmente, o carro do influenciador digital, zero quilômetros, custa mais de R$ 1,3 milhão. Não foi informado se o veículo possui algum seguro contra acidentes.
Caso é registrado como lesão corporal culposa
O acidente com o Porsche de Fábio Giga foi registrado no 16º DP (Distrito Policial) como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, ou seja, quando não há intenção de cometer um determinado delito.
Em depoimento, uma das vítimas disse que só viu o carro desgovernado e em alta velocidade vindo na direção do veículo dele. O carro ainda bateu na mureta que separa a via da Expresso Tiradentes, o que evitou que o acidente com Fábio Giga fosse ainda mais grave naquele momento.
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