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São Paulo (SP), sexta-feira, 31 de julho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – A confirmação do 15º caso de sarampo no estado acendeu o sinal de alerta no Governo de São Paulo, que anunciou uma ampliação da campanha de vacinação contra a doença. Desta maneira, a partir de segunda-feira, dia 3 de agosto, começa uma nova mobilização que envolve todas as pessoas entre 6 meses e 59 anos de idade.
Por enquanto, o foco principal é na Grande São Paulo, especialmente na própria capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo. Essa é uma nova estratégia para frear o avanço do sarampo.
O 15º caso confirmado aconteceu na última quinta-feira (30). E foi confirmado pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) do estado de São Paulo.
Vacina tríplice viral contra o sarampo

Agora, o estado de São Paulo irá intensificar a aplicação da chamada vacina tríplice viral contra o Sarampo. Além desta doença, ela também protege contra a caxumba e a rubéola, outras duas enfermidades altamente contagiosas, mas que no momento estão sob controle no estado.
Mas, o principal diferencial agora é que a SES-SP (Secretaria de Estado da Saúde) de São Paulo recomenda a vacinação até mesmo para quem, em algum momento, já foi imunizado. Desta maneira, será uma chamada reimunização para essas pessoas.
No entanto, para as crianças especificamente de 6 a 11 meses e 29 dias, a aplicação é chamada de ‘dose zero’. E não substitui os imunizantes que já estão previstos no Calendário Nacional de Vacinação, entre os 12 e os 15 meses.
Tatiana Lang, diretora do CVE, destaca a importância de se manter a caderneta de vacinação sempre atualizada. Segundo ela, a ideia agora é ampliar logo a imunização.
A atualização da caderneta é fundamental para proteger crianças e adolescentes contra doenças imunopreveníveis. Diante do cenário do sarampo, a estratégia ampliada nos três municípios busca aumentar rapidamente a proteção da população e reduzir o risco de transmissão
Vacinação avança no estado
Apesar da preocupação de 15º caso de sarampo registrado, também há uma posição otimista, já que também houve aumento de imunização das pessoas. Atualmente, dados do governo paulista apontam que a cobertura para a primeira e para a segunda dose da tríplice viral estão, respectivamente, entre 77,5% e 65,5%.
Apesar de ser um número considerado aceitável, a missão é mais ousada: chegar aos 95% para cada uma das doses, conforme orientação do Ministério da Saúde, não apenas para o sarampo, mas para todos os tipos de doença.
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