A prefeitura de Corumbá/MS, está montando um esquema de cadastramento da população para acessar o auxílio emergencial, do Governo Federal. Ainda há pessoas que não conseguiram realizar o cadastramento para receber o auxílio emergencial. Principalmente para quem mais dificuldades para lidar com equipamentos eletrônicos ou ainda, acesso a internet.

 

A prefeitura separou o Ginásio Poliesportivo Lucílio de Medeiros para realizar o cadastramento no site do governo. Entretanto, segundo informações fornecidas pela prefeitura, antes de realizar o processo de cadastramento, o local foi inteiramente desinfectado para receber a população.

 

Segundo a prefeitura, no primeiro dia de realização do processo de cadastramento, o evento contou com o apoio dos  Servidores da Fundação de Esportes de Corumbá (FUNEC), que auxiliaram na organização das filas, para que as pessoas se posicionarem de acordo com a distância de segurança estabelecida.

Apoio para a realização do evento

Além disso, os profissionais da Fundação também aplicaram álcool em gel 70% nas mãos das pessoas que entravam no ginásio, gradativamente. O evento também teve o apoio da Polícia Militar, Guarda Municipal, Agência Municipal de Trânsito e Transporte e funcionários da Fiscalização e Posturas.

 

O evento também contou com a presença de um funcionário da Caixa Econômica para orientar a população sobre os procedimentos e documentações necessários para se cadastrar no auxílio emergencial.

 

Na última quarta-feira, 20, o atendimento foi exclusivo para atender a população que já iria receber a segunda parcela do auxílio. A segunda parcela começou a ser paga esta semana do dia 19, para as pessoas que nasceram nos meses de janeiro e fevereiro. Porém o atendimento no Ginásio foi para cadastramento, e não para recebimento do dinheiro.

 

Polêmicas sobre o auxílio emergencial

 

O auxílio emergencial já nasceu em meio a polêmicas. A começar pelo valor que foi a proposta inicial do governo federal. O Ministro Paulo Guedes tinha um projeto inicial de pagar R$ 200,00 por pessoa inscrita. Entretanto, a oposição discordou completamente do valor e ofertou uma contraproposta no valor de R$600,00 por pessoa.

 

Mas, a oposição acredita que esse valor ainda é pouco. Para o deputado Marcelo Freixo, o valor pago deveria ser, pelo menos, um salário mínimo. Para o parlamentar, o nome já diz tudo: “um salário mínimo já diz tudo. É o valor mínimo que uma pessoa precisa para viver”.

 

Entretanto, embora a proposta tenha sido aprovada no valor de R$600,00, uma nova discussão está envolvendo o pagamento do auxílio. Novamente o problema gira em torno do valor distribuído pelo Governo Federal. Desta vez, a oposição está propondo a ampliação do pagamento do auxílio, por mais alguns meses.

O Ministro da Economia já afirmou que não será possível fazer isso. Se tiver que fazer, baixará o valor para a proposta inicial de R$200,00. Segundo o ministro, ampliar o auxílio não é bom pois “as pessoas podem se acostumar porque a vida ficará muito boa, com o pagamento de R$600,00”. 

 

A oposição, porém, se posicionou novamente e afirmou que, se Paulo Guedes insistir na proposta de pagar somente, R$200,00 para as pessoas inscritas, a oposição fará alteração da proposta e colocará um valor mais adequado a necessidade da população.

 

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