A prefeitura da cidade de Ibirama  anunciou que adquiriu mai reservatórios para transporte de água potável, até as regiões mais distantes do município. Além disso, os moradores da região que se encontram em condição de risco social, também serão beneficiados.

 

Segundo informações da Prefeitura de Ibirama,  Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (Sedema), e departamento de Agricultura, adquiriu dois novos reservatórios para realizar um atendimento emergencial para as famílias que estão.desabastecidas pela estiagem.

 

Segundo a Prefeitura,  os reservatórios adquiridos foram  tem garantia de produção, dentro de todas as normas técnicas exigidas para que seja  feito um transporte seguro e de qualidade, de água potável. O reservatórios tem a capacidade de transportar mil litros, e podem ser conduzidos em veículos pequenos.

 

A vantagem de reservatórios desta capacidade, é a facilidade no transporte, o que facilita o atendimento mais rápido às famílias. “Os tanques serão abastecidos com água tratada da Casan, junto à Estação de Tratamento de Água”, afirmou  Anderson Flozina Kruger, secretário da pasta.

 

A ação da prefeitura para toda a  população

 

Além disso, qualquer pessoa que estiver com problemas no fornecimento de água deve entrar em contato com a  Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, através do número disponibilizado pela Prefeitura. O mesmo deve ser feito por agricultores em caso de falta de água para plantio ou ainda, para o gado. Em caso de falta, os pecuaristas e agricultores devem entrar em contato com o departamento de Agricultura, por meio de um número específico.

 

Os problemas decorrentes da falta de infraestrutura em saneamento básico são um problema muito antigo, no país, Principalmente em um momento tão frágil e grave, como este que o mundo enfrenta contra o novo coronavírus, a água teve seu status de bem precioso, reconhecido por todos.

 

Um exemplo das consequências da falta de um projeto de saneamento básico apropriado e que funcione, principalmente durante a pandemia do coronavírus, são as comunidades. O problema de saneamento básico nas comunidades, com uma pandemia, exigindo que em todo o tempo da população higienização alimentos e mãos, que roupas sejam lavadas constantemente, tem obrigado a população a viver “sob improviso”, para evitar uma contaminação.

As consequências da falta de saneamento básico

Associações de moradores e líderes comunitários, tem buscado auxílios, doações e uma readaptação da rotina local, caminhões pipa, desinfecção de ruas, entre outros, buscando mitigar os efeitos da pandemia, entre as comunidades mais pobres. Principalmente porque, a falta de água é uma constante realidade no cotidiano desta população.

Entretanto, não somente em comunidades, mas também em cidades pequenas, com pouca infraestrutura, os moradores tem feito tudo o que está ao alcance para se proteger. Dentre elas, estocar água limpa, sempre que ela está disponível. 

 

Além disso, a pandemia aflorou ainda mais um antigo debate, entre o governo e a sociedade. O desperdício de um recurso tão precioso como a água. Durante o último período de racionamento , o governo pediu  que a sociedade reduzisse o consumo, em razão da escassez das chuvas.

 

Em contrapartida, a população exigia que o governo, antes de cobrar da sociedade, exige se uma mudança de postura das grandes corporações. Sobre tudo, os cuidados com os recursos hídricos, durante o dia a dia da rotina de indústrias, construtoras, etc.

 

A água limpa, hoje, é muito mais do que meramente direito, ter acesso a água limpa, em tempos de coronavírus, pode ser a  diferença entre permanecer protegido contra a doença ou se contaminar.  

 

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