O Serviço Especializado em Abordagem Social, destinado a ajudar pessoas em situação de rua, está percorrendo o município para socorrer a população em condição de risco social. Para isso, principalmente em razão da pandemia e também, a chegada do frio o Serviço de Assistência Social está trabalhando com um novo horário, para dar conta de toda a demanda.

 

O novo horário, foi estabelecido na última sexta-feira. Ainda no fim de semana passado, o Serviço de Social realizou nove atendimentos, no município.  Além disso, para o atendimento da população em geral, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas Baependi), disponibilizou mais um número para facilitar o atendimento.

 

Na equipe que compõe os trabalhos realizados em campo, estão presentes a assistência social, psicólogo, educador social. Em dias da semana, especificamente, às terças e quintas, juntam-se a equipe um técnico em enfermagem ligado ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS AD).

 

Segundo a coordenadora do Creas – Baependi, Maria Dolores Pelisão São Tomé, o trabalho realizado na ruas é, principalmente, de diálogo, pois com a demanda no novo coronavírus, principalmente a população de rua precisa de apoio e informação, além da possibilidade de poderem se abrigar.

 

“Por meio do diálogo, busca-se esclarecer às pessoas como acessar os serviços da rede socioassistencial do município, disponibilizando, inclusive, o acolhimento na Casa de Passagem”, afirmou a coordenadora.

Serviços da Prefeitura além da conscientização

Além disso, de acordo com a Assistência Social, todo o trabalho realizado é para gerar fortalecimentos dos vínculos familiares e interpessoais e, até mesmo, gerar nas pessoas que enxergam nas ruas um local de permanência, uma nova perspectiva para a vida.

 

“Há o encaminhamentos para outros serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas que possam cooperar na construção da autonomia, da inclusão  social e da proteção às situações de violência”,   afirmou Maria Dolores.

 

Além disso, de acordo com a prefeitura, o Centro de Reabilitação alimenta um sistema de cadastro com as informações dos moradores de rua, para facilitar na busca e assistência de cada um, além do encaminhamento para outros serviços especializados: “Há o encaminhamentos para outros serviços socioassistenciais e das demais políticas públicas que possam cooperar na construção da autonomia, da inclusão  social e da proteção às situações de violência”, 

Outros exemplos de programas sociais para moradores de rua

 

Especificamente a população que se encontra em risco social, merece e precisa de toda a atenção das gestões estaduais e municipais. Atualmente, na luta contra o coronavírus, muitas prefeituras têm trabalhado para tentar proteger esta população, especificamente. 

 

O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, criou uma espécie de abrigo municipal, no famoso, Sambódromos da cidade, para que a população possa se abrigar e praticar o isolamento social. No local, os moradores de rua podem tomar banho, tem acesso a alimentação é um lugar protegido para dormir. 

 

A decisão tem auxiliado muitos moradores de rua que não podem voltar para casa, ou não tem um lugar para voltar. Muitos entendem que o projeto deve se estender no pós- pandemia, para que estas pessoas não fiquem mais nas ruas.

 

Porém, este projeto esbarrava em um grande problema, que é o direito constitucional de ir e vir de todos. A prefeitura não poderia obrigar estes moradores a permanecer no local, o que não mudaria a condição de alguns, que por diversas razões, escolheriam voltar para as ruas.

 

Entretanto, muitos ainda têm sido beneficiados com este projeto do prefeito Marcelo Crivella. Estão fora das ruas e mais protegidos da contaminação. Além disso, o projeto da prefeitura do Rio concedeu aos moradores mais segurança, que eles tanto carecem, em sua vida de peregrinos.

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