Você tem consciência negra?

Que o racismo é algo que está impregnado na nossa sociedade, não é novidade para ninguém.  Historicamente esse racismo existe bem antes de Jesus vir à Terra. E segue fazendo vítimas pelo mundo inteiro. Nada mais pertinente do que pensarmos sobre o tema na semana da consciência negra.

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Vivemos em um mundo em que a sociedade finge não perceber o próprio racismo

Veja a surpreendente reação da plateia lotada em um vídeo em que a professora norte-americana Jane Elliott pergunta se gostariam de sofrer as mesmas privações que as pessoas negras sofrem.

Toda essa explicação e exemplificação, serve para que possamos realmente aceitar o fato de que o racismo existe em nós mesmos, que nem todos possuímos de fato uma consciência negra, e que com esse fato aceito, possamos fazer algo contra o nosso próprio comodismo: nos colocar no lugar de quem realmente sofre os efeitos desse racismo tolo.

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Veja a seguir um vídeo sobre racismo, feito por Jane Elliott:

E se os brancos fossem tratados como os negros?

Fatos e estudos comprovam que é extremamente difícil para uma pessoa branca se ver no lugar de uma pessoa negra, e às vezes nem é porque tal pessoa é racista, mas sim, pelo fato de que ela não se imagina em tal situação.

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Que a igualdade para todas as pessoas deveria ser algo presente, também não é novidade. Mas, ter consciência negra, além do respeito (obrigatório), é extremamente desafiador para uma pessoa branca. E nem sempre é por incapacidade e sim por cultura, costumes.

Uma pessoa negra precisa provar sua capacidade em todos os aspectos a todo tempo. Coisa que uma pessoa branca não, pelo menos, não o tempo inteiro.

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A “cultura do racismo” está tão arraigada que passa despercebida, está tão impregnada dentro de cada um que em alguns momentos os próprios negros sentem racismo de si, sentem uma espécie de “receio” de serem negros.

Um exemplo claro do que estou a falar pode ser conferido no vídeo a seguir:

Para termos um mundo melhor, não apenas para nós que vivemos nele, mas para quem “está” ou virá depois, é preciso uma mudança imediata, reconhecer os equívocos de comportamento.

Professora norte-americana Jane Elliott

Você já se perguntou se tens “consciência negra“?

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