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Mandados de prisão, busca e apreensão são cumpridos pela Polícia Federal de Santa Catarina

A Receita Federal já conseguiu recuperar R$ 20,5 milhões aos cofres públicos

Na data de 19.01, terça-feira, a Polícia Federal de Santa Catarina cumpriu mandados da Justiça Federal de Florianópolis, capital. Sendo assim, executou 20 com prisão, sendo 9 temporária e 11 preventiva. Além desse, cumpriu 34 com mandados para busca e apreensão.

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Mandados de prisão, busca e apreensão são cumpridos pela Polícia Federal de Santa Catarina
Operação Hemorragia é o nome a essa segunda fase de investigação Foto: OCP

A Operação Alcatraz é a segunda fase onde executa investigação de suposta corrupção. Então, ela é denominada Operação Hemorragia, em Santa Catarina.

Portanto, o alvo é descobrir envolvidos em fraudes com licitações. Como também lavagem de dinheiro e criação de organização criminosa.

Operação Alcatraz investiga crime de corrupção em SC

A operação nessa segunda fase, chamada de Hemorragia, tenta identificar desvios de dinheiro público. Logo, é uma ação da Receita Federal e da Polícia Federal.

A investigação iniciou em 2018, mês de julho. E, quando apontado, em documento pela Receita Federal, houve indícios de recursos desviados. De certo, eles tiveram origem das Secretarias de Estado da Administração e Saúde.

Segundo o inquérito da polícia, há interesses diversos. Assim sendo, tem como base os documentos da Coaf – Conselho de controle de atividades financeiras e Receita Federal.

Também estão sendo analisados dados quanto a quebra de sigilo fiscal e bancário dos envolvidos. Não apenas, de acordo com a PF, em nota, há indicação de forte organização criminosa. Demais, entre os anos de 2008 a 2018 (dez anos) no meio do governo catarinense.

Ainda relata que o seu comando é feito por pessoas que ocupam cargos importantes nos órgãos públicos. Além disso, afirma que há pessoas com forte influência política à frente dessa organização criminosa.

Além do envolvimento do governo, há também a participação no esquema de empresas de tecnologia e servidores públicos. Assim, em meio as contratações dos serviços, nenhum orçamento era feito e nem cotação de preços.

Com isso, as licitações eram feitas de modo reservado. Logo, tinham exigências indevidas e atuações de empresas em consórcios.

20 Mandados de prisão, 34 de busca e apreensão pela Polícia Federal de Santa Catarina

Os mandados são todos em Santa Catarina, nos municípios de Xanxerê, Florianópolis e Joinville. Ademais, os investigados estão sendo acusados de fraudes em licitações, lavagem de dinheiro e crimes de corrupção.

Assim, essa ação está caracterizada como organização criminosa atuando desde 2008. Em informação da PF, as verbas chegam a mais de R$ 500 milhões de recursos pagos pelo governo de SC a empresas tecnológicas envolvidas no caso.

A maior parte do valor, segundo ele, estava sendo destinada a Secretaria de Saúde do Estado. Também a PF afirma que quase R$ 50 milhões estava sendo repassados para simulações de contratos a empresas. E que houve também pagamentos de valores, em espécie, de maneira expressiva.

Nessa operação hemorragia, o trabalho está sendo analisado e investigado por auditores fiscais da Receita federal (14). Igualmente, também está sendo por agentes da Polícia Federal de Santa Catarina, do Ministério Público Federal. Ademais, Ministério Público ligado ao Tribunal de Contas.

Enfim, a Polícia Federal de Santa Catarina cumpre os mandados mediante as provas colhidas. E a boa notícia é que multas e tributos estão sendo devolvidos aos cofres públicos pelos participantes do esquema de propina.

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