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NASA e Prefeitura do Rio estendem parceria que pode salvar vidas; entenda

Celebrada em 2015, a parceria renovada entre prefeitura do Rio e agência espacial ajuda a prevenir deslizamentos de terra e salvar vidas; confira

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A capital do Rio de Janeiro celebrou a extensão de uma parceria de sucesso com a Agência Espacial Norte Americana, a NASA. O órgão espacial e a prefeitura da capital celebraram a renovação de um acordo proveitoso para ambas.

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NASA e Prefeitura do Rio estendem parceria que pode salvar vidas. Imagem: Divulgação Prefeitura do Rio
NASA e Prefeitura do Rio estendem parceria que pode salvar vidas. Imagem: Divulgação Prefeitura do Rio

A parceria alimenta o Centro de Operações do Rio de Janeiro com uma tecnologia que ajuda na previsão de deslizamentos de terras. Assim, os cariocas poderão se prevenir contra as fortes chuvas que inundam a capital todos os anos.

Parceria entre Prefeitura do Rio e NASA garante dados fornecidos por satélites

Assim, o acordo entre as partes iniciou em 2015 e teve validade por cinco anos, expirando no final do ano passado. Com a virada do ano, a prefeitura carioca sentiu a necessidade de renovar a importante parceria com o sistema da NASA.

Além dos dados que podem ajudar a prever áreas de risco de deslizamentos, a NASA também fornece informações sobre a qualidade do ar consumido pela população do Rio. A operacionalização do sistema é feita por técnicos estadunidenses da agência espacial e brasileiros ligados ao Instituto Pereira Passos.

Com o novo cronograma em ação, segue o desenvolvimento das atualizações e aprimoramentos no sistema batizado de LHASA , voltando à ativa no segundo semestre deste ano.

A renovação do acordo foi celebrada na Embaixada dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, na manhã desta quarta feira (27); e transmitida pela internet.

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O que é o LHASA – Landslide Hazard Assesment Model

Assim, a aplicação se chama Landslide Hazard Assesment Model, simplificada pela sigla LHASA e traduzida para o português como Avaliação de Perigos de Deslizamento para Consciência Situacional;

Ou seja, os deslizamentos de terra ocorrem quando surge um fenômeno ambiental. Como, por exemplo, um evento de chuva extrema, geralmente uma forte tempestade ou furacão; e a força da gravidade para baixo coloca o solo e as rochas em movimento.

Assim, as condições abaixo da superfície geralmente já são instáveis; então as fortes chuvas agem como a última gota que faz com que a lama, rochas e sedimentos se movam rapidamente para baixo de montanhas e encostas.

NASA e Prefeitura do Rio estendem parceria que pode salvar vidas. Imagem: Reprodução NASA
NASA e Prefeitura do Rio estendem parceria que pode salvar vidas. Imagem: Reprodução NASA

Prever bruscos fenômenos naturais para salvar vidas

Infelizmente, pessoas e propriedades são as maiores vítimas destes desastres, frequentemente arrastadas por esses fenômenos inesperados.

Assim, os deslizamentos de terra também acontecem ​​por conta de terremotos, congelamento e descongelamento da superfície, derretimento do gelo.

Ou ainda colapso de reservatórios de água subterrânea, erupções vulcânicas e erosão na base de uma encosta devido ao fluxo de água de um rio ou oceano.

No caso do Rio de Janeiro, são as chuvas torrenciais que frequentemente ativam os deslizamentos de terra em morros e encostas. Dessa forma, o Centro de Operações e a Defesa Civil usufruem dos dados.

Portanto, a NASA desenvolveu um modelo de captação de dados para observar como a atividade potencial de deslizamento de terra está mudando em todo o mundo.

Um modelo global de Avaliação de Perigos, o LHASA; foi desenvolvido para fornecer uma indicação de onde e quando deslizamentos de terra podem ocorrer. Outro ponto positivo é a resposta rápida em todo o mundo a cada 30 minutos.

Assim, este modelo usa suscetibilidade de superfície (incluindo declive, vegetação, redes de estradas, geologia e perda de cobertura florestal). Além disso, também fornece dados de satélite da missão Global Precipitation Measurement (GPM) para fornecer “precipitações” moderadas a altas.

Portanto, com a renovação da parceria, o Centro de Operações do Rio de Janeiro receberá os dados do LHASA até o fim de 2025, podendo usar na prevenção de desastres na Cidade Maravilhosa.

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