(Nova Mutum)
(Nova Mutum)

O Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (IGest) classificou a Vara do Trabalho de Nova Mutum como a 8ª unidade judiciária de 1ª instância mais produtiva do país. Os dados são da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho e levam em consideração as ações desenvolvidas pelas mais de 1.500 varas do trabalho existentes no Brasil.

Criado para contribuir para o aprimoramento da gestão das unidades trabalhistas, o IGest sintetiza indicadores como acervo, celeridade, produtividade e taxa de congestionamento das varas do trabalho proporcionalmente à capacidade laboral de cada unidade.

Para a juíza titular da unidade, Cláudia Servilha, a boa colocação alcançada no ranking do IGest se deve ao empenho de toda a equipe da unidade judiciária, inclusive os que atuaram anteriormente, como servidores já removidos e os magistrados Lamartino Oliveira e Michele Saliba, que pavimentaram o caminho para as coisas fluírem com maior facilidade atualmente.

A magistrada aponta ainda a atuação dos advogados que atuam junto à Vara, principalmente, em relação às duas maiores demandantes da região. “Por conta do alto número de processos relacionados às atividades dos frigoríficos de aves e porcos instalados na cidade temos um grande número de ações repetidas e isso também é um dos fatores que contribuem para a celeridade da tramitação processual”, destaca.

A Vara de Nova Mutum foi instalada em setembro de 2011. Desde então, o número de ações ajuizadas na região cresce a cada ano. A unidade está classificada atualmente, conforme parâmetros estipulados pela RA 233/2015, no padrão 5, cuja movimentação processual é 1.501 a 2000 processos – média trienal. Somente nos últimos dois anos, a Vara recebeu um total de 4.141 processos.

Mais colocações

A Justiça do Trabalho mato-grossense também tem outras três varas entre as 100 mais bem colocadas no ranking. Trata-se da 3ª Vara de Várzea Grande, da 1ª Vara de Tangará da Serra e da 2ª de Várzea Grande, ocupantes, respectivamente, das 59ª, 80ª e 94ª colocações na classificação do IGest, que avaliou as 1.567 varas trabalhistas existentes no Brasil.

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