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Coronavac sumiu da maternidade em Belo Horizonte e coloca em cheque a gestão da distribuição do imunizante

A polícia instaurou um inquérito a fim de investigar o caso

A PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) instaurou essa semana um inquérito para investigar mais um caso relacionado à vacina contra a Covid-19. A Coronavac sumiu da maternidade localizada na capital mineira, preocupando a população.

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A Administração da Fhemig tomará as providências necessárias junto à Secretaria de Saúde
A Administração da Fhemig tomará as providências necessárias junto à Secretaria de Saúde – Foto: Canva Pro

De acordo com informações dadas pela Fhemig (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais), ao todo foram seis doses extraviadas da Odete Valadares. A Coronavac sumiu da maternidade, mas não se sabe ao certo o que houve.

Coronavac sumiu da maternidade colocando em suspeita o gerenciamento da distribuição e aplicação

O inquérito foi instaurado pela Polícia Civil na segunda (25/01). Será feita uma apuração do sumiço das seis doses do imunizante contra o novo Coronavírus. As doses tinham sido distribuídas para a maternidade Odete Valadares, que se localiza no centro de BH, mais especificamente, no Prado.

Ainda de acordo com a Fhemig, quando a Coronavac sumiu da maternidade a direção foi imediatamente notificada.  Assim, tão logo os gestores tomaram conhecimento do ocorrido, registraram um BO (boletim de ocorrência) na polícia.

Dessa forma, puderam dar início à apuração de quem é a responsabilidade.  Encaminhou-se, então, o fato para o Núcleo de Correição.

A Administração da Fhemig tomará as providências necessárias junto à Secretaria de Saúde. Esse é o órgão responsável por distribuir as doses do imunizante na capital mineira.

Coibição das irregularidades deve ser feita

A Fhemig informou que a nova comissão da vacinação está em processo de constituição. Assim, será possível continuar com o plano de imunização dos colaboradores da maternidade.

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O que se pretende é integridade e transparência nas ações. Adotou-se, então, medidas severas para coibir o desrespeito e as interferências quanto às estratégias da vacinação.

Determinou-se, através da OGE/MG (Ouvidoria-Geral do Estado) e da CGE/MG (Controladoria-Geral do Estado), que haja garantia rigorosa do cumprimento de todas as regras e critérios da imunização. Isso deve ser feito segundo o Ministério da Saúde.

Abriu-se um canal para denúncias que se relacionam com o processo da vacinação, por exemplo, o descumprimento da prioridade na imunização. Sem contar que o cidadão pode confrontar qualquer ato que julgue inapropriado.

A Odete Valadares disse que a imunização dos colaboradores teve início em 20/01. Dessa forma, até a noite de ontem (28/01) vacinou mais de 670 profissionais.

Até o presente momento recebeu-se 983 doses, e foi desse número que a Coronavac sumiu da maternidade. A 3ª Delegacia é quem está comandando as investigações.

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