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Biquinho? Preterido por Ceni, Gabigol polemiza com insatisfação

Jogador não ficou devidamente trajado no banco de reservas do Flamengo na partida diante do Ceará

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O atacante Gabriel Barbosa, ou simplesmente Gabigol, deu o que falar na última rodada do Brasileirão. No jogo que acabou derrotado por 2 x 0 para o Ceará, no Maracanã, o atacante flamenguista não esteve devidamente uniformizado no banco de reservas da equipe. Preterido por Ceni, ele começou a partida entre os suplentes.

Biquinho? Preterido por Ceni, Gabigol polemiza com insatisfação. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
Biquinho? Preterido por Ceni, Gabigol polemiza com insatisfação. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

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O caso, claro, repercutiu nos principais veículos da imprensa. Na noite da última segunda-feira (11), por exemplo, o assunto foi debatido entre os presentes da mesa do programa “Arena SBT”. Nela estava Maurício Borges, o Mano, que disparou uma série de críticas a Gabigol.

De acordo com o jornalista, a postura do atacante, somada a um eventual “biquinho”, teve um alvo certeiro: Rogério Ceni. Ainda segundo Mano, o atacante do Flamengo “é um mala que teria que estar vestido adequadamente, pronto para entrar na partida”.

Em aspas fortes, Mano chegou a comentar que “se todos estão trajados por que ele não? Vai te catar”.

Para complementar a discussão, dois ex-jogadores entraram na conversa. O ex-lateral-direito Cicinho, que teve passagens vitoriosas por diversos clubes, como Botafogo-SP, São Paulo e Real Madrid, disse que, em sua época, alguns treinadores jamais permitiriam esse tipo de atitude por parte de um atleta do plantel.

Complementando a fala de um companheiro da mesa, ele mencionou o nome de Emerson Leão, que quase sempre foi conhecido pela austeridade dentro e fora das quatro linhas.

Mais ponderado, Emerson Sheik, ex-Corinthians, Fluminense, Flamengo e Ponte Preta, declarou que, sob uma circunstância como essa, “o jogador deveria estar com o uniforme completo”.

Mauro Cezar também participou do papo envolvendo Gabigol

Recém-desligado da Espn Brasil, emissora que atuou por mais de uma década, o jornalista esportivo Mauro Cezar Pereira também estava presente à mesa do “Arena”. Em sua visão, a postura de Gabigol deixa clara a ausência de comando no futebol profissional do Flamengo.

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De modo a sustentar sua crítica, Mauro Cezar questionou se o atacante flamenguista seria capaz de ter a mesma postura se Jorge Jesus estivesse à frente do comando técnico do clube.

Ainda segundo o jornalista, era do português a – boa – culpa de as coisas andarem organizadas no dia a dia do Flamengo. Vale lembrar que, na temporada de 2019, o Flamengo levou praticamente todos os troféus que disputou.

Somente em um final de semana, já na reta final da temporada, o rubro-negro faturou dois canecos: o da Libertadores da América, com o próprio Gabigol sendo o grande protagonista da final diante do River Plate-ARG, com dois gols marcados; e o do Campeonato Brasileiro, competição que o Fla não conquistava desde 2009.

E aí, torcedor? Você gostaria de ter o atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol, defendendo as cores de seu time de coração? E Rogério Ceni? Ainda conseguirá se reencontrar no comando técnico do Flamengo? Opine!

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