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Avenida Afonso Pena fechou em Belo Horizonte por protestantes

A ocupação foi contra o não funcionamento do comércio na capital mineira

A Avenida Afonso fechou em Belo Horizonte na manhã de ontem (11/01) em um ato de protesto. Cidadãos clamavam pela determinação de não abertura do comércio. Foram aproximadamente duas horas de interdição em ambos os sentidos da pista.

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Todos os serviços considerados não essenciais estão fechados
Todos os serviços considerados não essenciais estão fechados – Foto: Canva Pro

Segundo informações dadas pela Prefeitura, cerca de 84% das empresas belo-horizontinas estão ativas. Assim, elas possuem a autorização municipal para continuar funcionando normalmente.

Avenida Afonso Pena fechou em Belo Horizonte por mais de duas horas

Os proprietários das academias, estabelecimentos de ginásticas e alguns comerciantes não gostaram muito do Prefeito Alexandre Kalil. Por conta disso, a Avenida Afonso Pena fechou em Belo Horizonte das 10:00 às 12:30 de ontem, segunda (11/01).

O protesto aconteceu em frente à sede da Prefeitura de BH. Isso porque, Kalil decretou que à partir desta segunda, os serviços considerados não essenciais não mais poderiam funcionar. A decisão foi tomada com base nos índices de contaminação da COVID-19 na capital e Região Metropolitana.

Segundo a BHTrans, manifestantes paralizaram a Afonso Pena às 10:20, seguindo até uma parte da R. da Bahia, sentido Mangabeiras. Aproximadamente às 11:10, com quase uma hora de protesto, fechou-se a avenida em ambos seus sentidos.

Somente às 12:25 é que os carros tiveram acesso ao sentido Rodoviária. Mas, cerca de uns 10 minutos depois, sua liberação total foi feita com apoio das autoridades.

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A Prefeitura segue firme na decisão

Alexandre Kalil mantém a sua decisão quanto ao fechamento do comércio em BH. Uma vez que a capital mineira possui o maior número de pacientes infectados pelo vírus e o maior número de mortes, a medida é cautelosa.

A assessoria de imprensa da Prefeitura diz que está tomando os devidos cuidados para que o decreto municipal seja cumprido em sua totalidade. Assim, continuará garantindo que todas as ações planejadas nas nove regionais sejam executadas.

Para isso, estabelecimentos que descumprirem as medidas do decreto estão passíveis de interdição. A multa para o descumprimento das aberturas e dos horários, inclusive, pode chegar ao valor aproximado de R$ 18.359,66.

A Prefeitura também lamenta os impactos negativos causados por essa pandemia em todas as atividades econômicas. Ela destaca que está e sempre esteve aberta para manter um diálogo com todos os setores a fim de construir soluções e alternativas em conjunto para a redução dos danos.

O Município vai seguir monitorando os três indicadores epidemiológicos. Dessa forma, poderá analisar os dados junto à equipe dos infectologistas, que estão em constante avaliação sobre as possibilidades de mudança na reabertura.

A Avenida Afonso Pena fechou em Belo Horizonte por causa do não funcionamento de atividades consideradas não essenciais. Mas isso não tem nenhum caráter punitivo para o comércio em geral. A única intenção da Prefeitura é a contenção do contágio do novo Coronavírus. Conforme Kalil prometeu, assim que possível, promulgará a flexibilização.

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