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UFMG apura denúncias recebidas contra ex-BBB 18, professora da universidade

Mara Telles afirmou ter sido denunciada na Ouvidoria da universidade por ter participado do programa

A professora e cientista política Mara Telles, de 54 anos, afirma estar sendo processada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por ter participado do Big Brother Brasil 18. Em uma postagem no Facebook, a ex-bbb disse que há um processo por quebra de contrato de dedicação exclusiva aberto na Ouvidoria da universidade.

Ex-BBB Mara Telles. Foto: reprodução/Instagram

Em um desabafo feito no Facebook em 2 de fevereiro, a ex-bbb Mara reconheceu que está sendo processada e reclamou de professores que tomaram a decisão de denunciá-la. Também demonstrou descontentamento com a instituição a qual é ligada por 13 anos.

“A UFMG não fez nada por mim, além de me condenar, me castigar, me punir, quando se sabe que mais da metade dos docentes não fazem a metade do que faço e ganham uma grana babada por consultorias. A UFMG não me merece. Eu mereço muito mais do que ter que responder por processos. Se isso não for perseguição política, eu não sei o nome disso”, escreveu ela.

Ainda pela rede social, em uma publicação de dezembro de 2018, a ex-bbb demonstrou surpresa ao ser notificada do processo e apresentou algumas denúncias feitas na ouvidoria, em que as classificou como “julgamentos morais”.

“Questiono se sua participação em um reality show que celebra a estupidez humana é condizente com o decoro e o comportamento esperados de uma funcionária pública federal e professora de uma instituição tão grande relevância no ensino, pesquisa e extensão no país como a UFMG”, diz um trecho citado por Mara.

Desabafo da ex-BBB Mara Telles. Foto: reprodução

“Sou professora universitária (…) e estou descredibilizada por meus alunos que estão questionando a seriedade dos professores universitários após a professora Mara Telles se exibir no ‘BBB‘. O que dizer para os alunos após essa afronta?”, reproduziu Mara outro trecho da denúncia recebida na ouvidoria.

Ao jornal Extra, Mara frisou que participou do Big Brother Brasil durante suas férias. O advogado da ex-BBB alega que o contrato com a Globo foi de apenas cessão de uso de imagem e voz, e não contrato de trabalho, o que não configura quebra com a dedicação exclusiva.

O processo “está correndo e ainda não foi encerrado”, diz a nota enviada pela assessoria de imprensa da Universidade.

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