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Minha Casa Minha Vida: como conseguir uma casa?

Conheças as principais vantagens do programa habitacional e como proceder quanto ao financiamento da casa própria.


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O Minha Casa Minha Vida é uma iniciativa do Governo Federal que atende cidadãos inscritos no Cadastro Único, assim como por exemplo, o bolsa familia. Ele oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas, para famílias de baixa renda. São ofertadas boas condições, como juros mais baixos, melhores condições de pagamento, além de subsídios que tornam o parcelamento ainda mais acessível. Conheça os requisitos do programa Minha Casa Minha Vida.

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Minha Casa Minha Vida: veja o que é necessário para adquirir um imóvel
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Vantagens do Minha Casa Minha Vida

O programa habitacional do Minha Casa Minha Vida, de fato, oferece vantagens diferenciadas em relação a outros financiamentos habitacionais. Dentre elas, podemos destacar:

  • Menor taxa de juros do mercado
    • O Programa do Governo Federal oferece condições de pagamento e taxas de juros de acordo com a renda da sua família;
  • Financiamentos de moradias em áreas urbanas ou rurais
    • Você pode financiar a compra de imóvel novo em área urbana ou ainda a construção e reforma de moradias em área urbana e rural.

Veja como se cadastrar no Minha Casa Minha Vida

Primeiro, conheça as faixas do programa e veja em qual você se enquadra e as condições oferecidas:

Faixa 1 Compreende famílias de baixa renda, que recebem até R$ 1.800,00 por mês.

Quem está dentro dessa faixa ainda pode receber um subsídio de até 90% do valor do imóvel.

A parcela mensal varia entre R$ 80,00 até R$ 270,00 e o prazo máximo é de 10 anos (120 parcelas).

Faixa 1,5 Compreende famílias de baixa renda, que recebem até R$ 2.600,00 por mês.

Quem estiver nessa faixa, pode receber um subsídio de até R$ 47.500,00 para abater do financiamento.

A taxa de juros é muito baixa, no máximo 5% ao ano e o prazo é de 30 anos, ou seja, dividido em 360 parcelas.

Faixa 2 Compreende famílias de renda média, que recebem entre R$ 2.601,00 até R$ 4.000,00 por mês.

As pessoas dentro dessa faixa podem receber um subsídio de até R$ 29.000,00 para abater no financiamento.

A taxa de juros é bem baixa, 8% ao ano; e o total de parcelas é de 360 ou seja 30 anos.

Faixa 3 Compreende famílias de renda média, que recebem entre R$ 4.001,00 até R$ 9.000,00 por mês.

Quem está dentro dessa faixa não recebe subsídio, mas tem taxas de juros diferenciadas: 9,16% ao ano; já o total de parcelas é de 360 ou seja 30 anos.

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Veja agora os passos para ter acesso ao programa:

Procure a prefeitura do seu município

O cadastramento dos interessados em participar do Programa Minha Casa Minha Vida, é feito pela própria prefeitura.

  1. Procurar o órgão responsável da sua área, Assistência Social, ou a Prefeitura da sua cidade;
  2. Fazer o CadÚnico, um Cadastro Único do Governo Federal;
  3. Levar os documentos pessoais RG, CPG, Comprovante de Residência, Comprovante de Renda e o número do NIS.

Além destes passos, o órgão responsável poderá solicitar outros documentos, caso necessário.

Faça uma simulação do seu financiamento

O financiamento pelo Programa Minha Casa Minha Vida conta com condições de pagamento especiais e juros baixos.

Além disso, a Caixa Econômica disponibiliza um simulador onde os interessados podem verificar quanto ficam as parcelas e se as condições cabem no bolso.

O simulador também vai mostrar em qual faixa do programa você se enquadra, com base em sua renda familiar.

Simulador disponibilizado pela Caixa

Possíveis mudanças no programa Minha Casa Minha Vida

O governo avalia a redução do limite de renda familiar, para ter acesso ao nível 1 do Programa.

Neste caso, apenas famílias com renda até um salário mínimo teriam acesso ao ao subsídio de 90% do valor do imóvel, além de um fator que vai considerar a localização para extensão do benefício de acordo com a localidade.

O governo entende que há uma desigualdade muito ampla no Brasil, com regiões onde o custo de vida é bem diferente de outras. Desse modo estabelecer salários mínimos como limite ao acesso, não seria justo.

O objetivo, portanto, é atender as pessoas que estão na mesma situação de vulnerabilidade.

No entanto, diante da crise atual, o governo estuda a redução da renda familiar dos atendidos pelo benefício para até 7 salários mínimos. Ou seja, até R$ 6.986,00.

Por isso, caso a mudança seja aprovada, famílias com renda superior a 7 salários mínimos (R$6.986,00) e inferior a R$ 9.000 ficarão de fora do Programa.

Outra medida que é analisada, tem a ver com a divisão do Programa em duas categorias principais:

  1. Alienação do imóvel;
  2. Utilização do imóvel.

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