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Especialistas dão 8 dicas para renegociar dívidas e limpar o nome no Serasa e SPC


O Diário Prime News é um blog independente, que não tem vínculo ou associação com nenhum banco, instituição financeira ou órgãos de proteção ao crédito, tais como SPC, Serasa, Boa Vista etc. Em caso de dúvidas fineza fazer contato pelo e-mail [email protected]. Se preferir pode fazer uma pergunta à nossa redação clicando aqui!

O Brasil nunca teve tanta gente com o “nome sujo na praça” como agora. Os órgãos de proteção ao crédito como Serasa e SPC que o digam. Estima-se que seis em cada dez famílias brasileiras estão inadimplentes. Por isso, especialistas ensinam oito passos que o devedor deve seguir, para renegociar as dívidas sem ter dor de cabeça, fugindo dos juros altos, limpando o nome e ainda saindo no lucro.

Esses consultores ensinam como as pessoas devem se comportar para deixarem as listas de inadimplentes, fugindo dos juros extorsivos praticados pelo mercado. A principal ferramenta utilizada por eles é o chamado “direito dos devedores”.

Amparados no Código de Defesa do Consumidor, os especialistas são unânimes em afirmar que o primeiro passo para começar a colocar a vida financeira em ordem e deixar o nome limpo é “puxar o freio de arrumação” na vida.

8 dicas dos especialistas para o devedor se dar bem nas negociações

8 dicas dos especialistas para limpar o nome no Serasa e SPC
8 dicas dos especialistas para limpar o nome no Serasa e SPC

1 – Saber exatamente quanto se deve

A dívida apresentada pelos credores sempre está inflada com juros. Antes de qualquer coisa, exija que o credor lhe forneça o “valor original da dívida” – que é a dívida real sem acréscimo de juro.

Peça também a “Memória de cálculo”, ou seja, o detalhamento de como o credor chegou ao valor da cobrança.

2 – Negocie sem medo dos cobradores. Dever não é crime

A não ser dívidas de pensão alimentícia, ninguém vai preso por dever. Preste atenção no tipo de dívidas.

A inadimplência de veículos e imóveis faz o devedor perder o bem, assim como são suspensos a continuidade de serviços pela falta de pagamento com empresas de energia, Tv a cabo, telefonia.

Dívidas com cartão de crédito e cheque especial dificilmente chegam ao fim nos tribunais. Com o passar do tempo, os agentes financeiros sempre optam por uma negociação amigável retirando os juros abusivos.

3 – Deixe o nome ficar sujo

Para o sucesso da negociação, o devedor não pode aceitar a cobrança de juro abusivo com medo de ficar negativado. Isso enfraquece a negociação.

O nome sujo às vezes vai ser bom para o devedor, que não conseguirá fazer novos empréstimos e contrair novas dívidas.

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4 – Parta para o tudo ou nada

Dê “calote” temporário no pagamento parcelado das dívidas de cartão e refinanciamento de cheque especial. A dica é: ou você paga tudo ou não paga nada.

Junte o dinheiro e depois pague a dívida de uma só vez. Mesmo que demore um tempo para você juntar o dinheiro. Com a grana em mãos, o devedor sempre fará melhor negócio e terá lucro ao final da negociação.

5 – Evite negociar por telefone nem tampouco confesse dívidas

As negociações por telefone são perigosas pelo risco de cair em golpes de quadrilhas especializadas neste tipo de roubo.

Ao telefone, você pode ser levado a confessar valores de dívidas que são infladas pelos juros altos. Em último caso, grave toda a conversa com os cobradores. Certifique-se da idoneidade da empresa de cobranças.

6 – Nunca se aconselhe sobre o pagamento das dívidas com o gerente de seu banco

Tenha sempre em mente que o gerente não passa de um bom vendedor de um produto do banco. Portanto, ele está ali para fazer bons negócios para a empresa que trabalha, não para o devedor. O gerente não é um consultor de finanças pessoais.

7 – Uma dívida vale uma dívida

Nunca refinancie a dívida. Ou seja, não faça empréstimos para pagar outros financiamentos. Esse tipo de saída não tem fim.

8 – Controle emocional

Tenha paciência, calma e atenção nas negociações. Não deixe se levar por propostas abusivas dos credores.

Tenha disciplina para não cometer os mesmos erros que lhe levaram ao endividamento.

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