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SPC/Serasa: descubra como trocar uma dívida cara por uma dívida barata


O Diário Prime News é um blog independente, que não tem vínculo ou associação com nenhum banco, instituição financeira ou órgãos de proteção ao crédito, tais como SPC, Serasa, Boa Vista etc. Em caso de dúvidas fineza fazer contato pelo e-mail [email protected]. Se preferir pode fazer uma pergunta à nossa redação clicando aqui!

Boa parte da população brasileira possui dívidas. Aliás, muitos até mesmo estão com o CPF negativado por conta disso. Segundo dados recentes do Serasa Experian, mais de 40% da população adulta do país está com débitos atrasados e negativados. Frequentemente, as pessoas se endividam por causa de algum parcelamento oriundo de empréstimos, financiamentos ou ainda por causa do cartão de crédito. No entanto, como proceder para trocar uma dívida mais cara por uma mais barata e, desse modo, conseguir limpar o nome no SPC/Serasa?

Saiba mais:Saiba como limpar o nome no SPC e Serasa por causa do cheque especial.

O processo para trocar uma dívida cara por uma barata e limpar o nome no SPC/Serasa

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SPC/Serasa:Descubra como trocar uma dívida cara por uma dívida barata

Trocar uma dívida cara por uma mais barata para poder tirar o nome do SPC e Serasa, deve ser tratado, portanto, como um processo.

Assim, um conjunto de procedimentos a ser seguido deveria ser:

  • Antes de mais nada, entender onde e como houve um descontrole nas contas, para desse modo, separar um percentual do orçamento (o que seria útil mais à frente para quitação das dívidas);
  • Logo após identificar as contas que consomem mais dinheiro do orçamento, é necessário estabelecer as prioridades;
  • Tentar uma renegociação;
  • Buscar a substituição das dívidas.

Saiba mais:Conheça 3 aplicativos renegociar dívidas e limpar o nome no SPC e Serasa.

1- Entender onde e como houve descontrole nas contas e conseguir separar percentual do orçamento

Nesse início do processo o consumidor precisa ser bastante honesto consigo mesmo.  Fazer uma leitura fiel do seu modo de vida.

Identificar, portanto, compras e gastos que não se encaixam em um padrão de vida possível no momento. Em outras palavras, colocar um freio na gastança.

Além disso, buscar fazer conta das pequenas coisas do cotidiano, desde o cafezinho fora de casa até as compras por impulso, em lojas e supermercados. Tudo precisa ir para a ponta do lápis.

Esse autocontrole será fundamental para se achar a brecha no orçamento, que comporte, assim, o pagamento parcelado das dívidas.

O comum é separar pelo menos 25 a 30% para pagamento do que se deve. Isso vai exigir sacrifícios, sem dor não existem ganhos.

2- Identificar as contas que consomem mais dinheiro do orçamento e pagá-las primeiro

Depois do primeiro passo ser bem feito, é preciso reunir todas as dívidas e compará-las.

Existem aquelas que levam mais do bolo orçamentário. E essas precisam ser tratadas primeiro.

Elas costumam ser as mais caras, pois geralmente estão embutidos nelas, os famigerados juros. Então quanto mais passa o tempo sem quitação, maior será o débito.

3- Tentar fazer uma renegociação

O próximo passo é, obviamente, entrar em contato com a empresa credora. Ciente de todas as taxas cobradas, o cliente deve, então, tentar dar início a uma renegociação.

É essencial ter bem claro na cabeça, o valor total da dívida e o quanto se pode realmente pagar na parcela.

Nesse momento, o devedor deve argumentar que as taxas elevadas estão impedindo a quitação do débito. Pode parecer uma iniciativa infrutífera. Mas a ousadia e persistência geralmente são premiadas.

Pois pode ser, por exemplo, que pelo tempo da demora, o credor precise de fazer caixa. Ou quem sabe, não é  época dos chamados mutirões para facilitar a quitação de dívidas? Tudo isso precisa ser colocado em perspectiva.

Em ocasiões assim, é comum se conseguir fazer um acordo com diminuição importante dos juros; e, por conseguinte, da obrigação como um todo.

4- A troca efetiva das dívidas para limpar o nome

A troca da dívida deve acontecer quando o consumidor, pesquisando no mercado, encontre uma forma de crédito que lhe custe menos recursos do que a primeira obrigação.

Uma alternativa para conseguir trocar uma dívida cara por uma mais barata, é pensar na possibilidade de se pedir um empréstimo (em outra instituição financeira, obviamente).

Certamente que é essencial que esse empréstimo tenha uma taxa de juros menor do que a sua dívida atual. Isso, claro, além de melhores condições de pagamento.

Dessa forma, toma-se esse empréstimo com juros menores e usa-se todo o valor no pagamento da dívida mais cara, que consome o orçamento.

A partir daí se começa a pagar por uma dívida mais barata. Ou seja, a advinda do último empréstimo solicitado. Isso aliviará a pressão sobre o orçamento.

Livrando-se das dívidas com inteligência

Livrar-se das dívidas e limpar o nome no SPC e Serasa, requer um pouco de inteligência financeira. É preciso entender, que trocar dívidas é recomendado para casos de maior urgência.

Saiba mais:PagBank é opção de conta corrente sem consulta ao SPC e Serasa.

Em outras palavras, é verificar e eliminar os débitos que aumentam com maior velocidade. Com isso, evita-se que a situação vire uma verdadeira “bola de neve”.

E, claro, toma-se oxigênio para pagar o que mais possa estar devendo. Mas sempre mantendo a disciplina financeira.

Procure saber do CET

SPC/Serasa: descubra como trocar uma dívida cara por uma dívida barata
SPC/Serasa: descubra como trocar uma dívida cara por uma dívida barata

Com efeito, um lembrete importante diz respeito ao Custo Efetivo Total (CET). Essa sigla engloba, além dos juros cobrados pelas instituições financeiras, outras tarifas como:

  • Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)
  • Tarifas da instituição financeira
  • Seguros
  • Custos relacionados a registro de contratos

Logo, quando o tomador de um crédito faz um contrato de empréstimo ou financiamento, além dos juros nominais expressos, ele pode estar assumindo também uma série de outras obrigações.

Por isso mesmo é bom que o consumidor peça para saber sobre o Custo Efetivo Total, e não apenas sobre os juros nominais na sua comparação.


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