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Saque do FGTS: boa opção para quem pensa em abrir um negócio

Para quem está esperando sacar o dinheiro do FGTS, investir em um pequeno negócio pode ser interessante. Confira algumas dicas.


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Com a intenção de governo em liberar os recursos das contas inativas e até mesmo as ativas do FGTS, investir na abertura de um pequeno negócio, pode ser uma opção interessante. Alguns brasileiros estão esperando o benefício para quitar dívidas e outros buscando formas de aplicar o recurso. Para quem está desempregado, o fundo de garantia pode gerar uma nova oportunidade de ganhar dinheiro.

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Dinheiro do FGTS; uma boa opção para quem pensa em abrir um negócio
Dinheiro do FGTS; uma boa opção para quem pensa em abrir um negócio
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Planejar o uso do dinheiro do FGTS é fundamental

Antes de dar um passo rumo ao empreendedorismo, é fundamental analisar friamente a situação.

Caso a pessoa esteja desempregada, é preciso ter em mente se ela está pronta para abrir um negócio, que envolve riscos, e que por sua vez, pode levar um certo tempo para dar resultados ou mesmo se está fazendo isso, exclusivamente, por falta de oportunidades de emprego.

Numa situação de desemprego e sem expectativas momentâneas de conseguir um trabalho, talvez seja melhor esperar uma situação mais favorável do mercado. Procurando administrar os recursos do FGTS em questões mais emergenciais.

Porém, caso a opção seja a via empreendedora, é importante separar o quanto vai precisar para abrir o negócio e o quanto vai precisar para a vida pessoal.

Confira algumas dicas e conhecimentos que são fundamentais, como:

  1. Elaborar um plano de negócios – O SEBRAE dá boas dicas e tem cursos grátis ensinando, confira esse vídeo.
  2. Ter afinidade com a área escolhida e experiência de trabalho.
  3. Analisar o mercado e tentar estabelecer um diferencial para seu negócio.
  4. Ter tempo para estar presente no negócio, ao invés de deixar nas mãos de um terceiro (principalmente enquanto a empresa amadurece).
  5. Não utilizar TODOS os recursos do FGTS, para abrir o negócio, pois poderá faltar para emergências da empresa.
  6. Não misturar questões da empresa com questões familiares.
  7. Estabelecer um salário (um valor de retirada) é fundamental.
  8. Ser paciente e persistente. São raros os negócios em que os resultados acontecem em curtíssimo prazo.
  9. Ter um plano alternativo, caso precise encerrar as atividades.

Para o economista e consultor de implantações Fabrício Fernandes, “não há problema em utilizar os recursos do FGTS em sua totalidade, desde que a pessoa tenha outras fontes de renda e possa se manter com segurança, enquanto o negócio se desenvolve ou até não venha a dar certo”, ressalta.

Empreender envolve riscos, mas são muitos os casos de sucesso que servem de exemplo.

Além disso, segundo o economista, abrir um negócio diante de uma oportunidade traz muito mais resultados, do que abrir por uma necessidade de dinheiro rápido.

Leia ainda:Sem consulta ao SPC/Serasa modalidade de empréstimo da Caixa oferece dinheiro na hora

 

Usar o FGTS ou uma linha de Microcrédito? Conheça opções

Dinheiro do FGTS; uma boa opção para quem pensa em abrir um negócio
Dinheiro do FGTS; uma boa opção para quem pensa em abrir um negócio

Uma vantagem em utilizar os recursos do FGTS é que se trata, portanto, de um capital barato.

Diferente de algumas opções que muitas pessoas se utilizam e que são extremamente caras, por conta dos juros altos, como o cheque especial ou o cartão de crédito.

Aliás, um recurso financeiro caro, como os citados acima, pode inviabilizar completamente o negócio.

Entretanto, existem opções interessantes e viáveis, como as linhas de Microcrédito, conheça algumas:

BNDES Microcrédito

  • Financia até 20 mil reais a microempreendedores formais e informais;
  • Taxa de juros máxima de 4% ao mês;
  • Não exige garantia real, apenas avalista.

Para saber mais, clique aqui.

Banco do Brasil – Microcrédito Produtivo Orientado

Tem duas linhas de financiamento para empreendedores informais, MEI e Microempresas:

Modalidade Individual

  • Financia de R$ 1.000 a R$ 5.000 (clientes do BB podem conseguir valores maiores);
  • Taxa de juros de 3,50% ao mês;
  • Exige garantia real ou de terceiros, mas que pode ser dispensada em alguns casos.

Grupo Solidário

  • Financia de R$ 600,00 a R$ 5.000 (clientes do BB podem conseguir valores maiores);
  • Taxa de juros de 2,95% ao mês;
  • Garantia: o grupo deverá apresentar de 3 a 7 empreendedores, os quais serão responsáveis pelo pagamento integral das parcelas.

Para saber mais, clique aqui.

A decisão, portanto, de usar os recursos do FGTS ou procurar uma linha de crédito mais acessível, vai depender de situações individuais de cada pessoa.

Entretanto, é fundamental que a decisão seja coerente e planejada.

Além disso, procurar o apoio de órgãos especializados em micro e pequenos negócios, como o Sebrae, é uma opção muito válida.

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