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PIS/Pasep: dinheiro do abono pode ser usado na renegociação de dívidas da Caixa Econômica Federal

Recursos do abono salarial e até do FGTS podem ajudar negativados. Programa de renegociação de dívidas da Caixa foi prorrogado.


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Com o dinheiro do abono salarial do PIS/Pasep ou até mesmo com os recursos do saque imediato do FGTS, liberado pelo governo, os trabalhadores terão a opção de quitar ou renegociar suas dívidas com a Caixa Econômica. Assim, muitas pessoas podem aproveitar o programa de renegociação do banco e regularizar a situação em órgãos de proteção ao crédito, como o SPC e Serasa.

Leia também: Caixa e Banco do Brasil: dinheiro das cotas do PIS/Pasep começa ser liberado próximo dia 19; veja se tem direito

PIS/Pasep: dinheiro pode ser usado na renegociação de dívidas da Caixa, inclusive as do SPC e Serasa
PIS/Pasep: dinheiro pode ser usado na renegociação de dívidas da Caixa, inclusive as do SPC e Serasa

Quanto é o valor a ser pago no abono do PIS/Pasep?

Os valores pagos do PIS/Pasep variam de R$ 84,00 (oitenta e quatro reais) a um salário mínimo de R$ 998,00 (novecentos e noventa e oito reais).

Contudo a quantia a ser paga depende da quantidade de meses trabalhados, com carteira assinada no ano base 2018.

Desse modo, quem tiver trabalhado um mês no ano de 2018 receberá o valor do salário mínimo dividido por 12. Ou seja: R$ 84,00.

Entretanto só terá direito ao valor total (R$998,00) quem trabalhou o ano-base 2018 completo. Já a pessoa que trabalhou 2 meses receberá R$ 168, e assim por diante.

O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. Já o Pasep é pago para servidores públicos, por meio do Banco do Brasil.

Caixa Econômica prorrogou até dezembro seu programa de renegociação de dívidas

A estimativa inicial da Caixa, de recuperar até R$ 1 bilhão ficou muito abaixo das expectativas.

O valor recuperado foi de aproximadamente R$ 300 milhões.

Contudo, com a medida provisória MP889/2019, estabelecida pelo governo federal, que criou novas modalidades de saques do FGTS (como o saque imediato, saque- aniversário, além da liberação das cotas do PIS/Pasep), a Caixa decidiu prorrogar até dezembro seu programa de renegociação de dívidas.

A campanha busca regularizar a situação de clientes com atrasos superiores a 360 dias, e que acabando indo parar no SPC e Serasa.

Os descontos vão de 40% a 90%, mas o pagamento só poderá ser feito à vista.

O programa não inclui dívidas com garantia, como crédito habitacional.

Diante da perspectiva de que as pessoas possam utilizar o dinheiro do PIS/Pasep, do FGTS ou até mesmo dos dois benefícios, o banco decidiu estender o prazo para que os clientes possam regularizar sua situação.

Veja o perfil dos devedores – pessoa física:

  • Segundo o banco, 69% dos clientes pessoas físicas possuem dívida de até R$ 500;
  • de R$ 500 a R$ 1.000 são mais 500 mil;
  • enquanto 100 mil clientes devem de R$ 1.000 a R$ 2.000.

Até 60% dos clientes têm renda até R$ 1.500, e outros 23% têm renda de até R$ 3.000.

Valor máximo do PIS/Pasep

Portanto o valor máximo do abono salarial do PIS/Pasep, que é de até um salário mínimo, ou ainda o saque máximo de R$ 500, permitido no saque imediato do FGTS, podem ser usados para quitar a maior parte das dívidas.

Composição das principais dívida das pessoas físicas

  • 24,7% é de crédito consignado;
  • 18,1% são referentes ao cartão de crédito;
  • e 15,2%, com o cartão material de construção.

Entre as opções oferecidas está a de pagar à vista uma entrada e incorporar as parcelas atrasadas em prestações a vencer.

Também poderão usar o saldo do FGTS para quitar até três prestações atrasadas, ou mudar a data de vencimento das prestações, algo que o banco não permite hoje.

Além disso, a Caixa quer também dispensar do pagamento de juros e multa cerca de 51 mil famílias com atraso superior a 180 dias, desde que elas paguem uma prestação de entrada.

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Quem tem direito a sacar o abono salarial do PIS/Pasep?

O trabalhador que recebeu, em média, até dois salários mínimos por mês, e trabalhou de carteira assinada por, pelo menos, 30 dias em 2018, tem direito ao saque.

Além disso, é necessário que a pessoa esteja inscrita no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, e que os seus dados tenham sido atualizados pelo empregador através da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Entretanto para verificar se pode fazer o saque, trabalhadores da iniciativa privada podem consultar o site da Caixa.

Já para quem é funcionário público, a consulta é pelo site do Banco do Brasil. Clique aqui.

Confira o calendário do PIS/Pasep

PIS

calendário PIS
Calendário PIS

Pasep

calendário Pasep
Calendário Pasep

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