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Imóveis além do Minha Casa Minha Vida: BB e Itaú podem oferecer boas opções; confira

Algumas opções, ofertadas pelos principais bancos, disponibilizam crédito com planos acessíveis. Há uma disputa no mercado por clientes.


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Imóveis – A grande parte dos brasileiros tem como um dos objetivos de vida, a aquisição da casa própria. Porém devido aos custos elevados de grande parte dos imóveis, obter um financiamento imobiliário acaba se tornando a alternativa mais viável. O Minha Casa Minha Vida hoje, é o mais popular, entretanto, existem outras opções ofertadas pelos principais bancos, que disponibilizam crédito até para reforma e construção do imóvel. Confira, por exemplo, o que o Itaú e Banco do Brasil (BB) oferecem.

Principais linhas de financiamento para imóveis

Imóveis além do Minha Casa Minha Vida: BB e Itaú podem oferecer opções interessantes; confira
Imóveis além do Minha Casa Minha Vida: BB e Itaú podem oferecer opções interessantes; confira

Minha Casa Minha Vida – Caixa Econômica Federal

Financia a compra de imóvel novo em área urbana ou ainda a construção e reforma de moradias em área urbana e rural; tem a menor taxa de juros do mercado.

O programa de financiamento é dividido em 4 faixas e as famílias com renda máxima de R$ 1.800 por mês, têm condições diferenciadas.

Faixa 1 – renda mensal bruta de até R$ 1.800

  • Financiamento em até 120 meses (10 anos)
  • Mensalidade fixada entre R$ 80,00 e R$ 270,00
  • Financiamento de até 90% do imóvel
  • Para ser aceito, entretanto, são realizados sorteios

Faixa 1,5 – renda mensal bruta de até R$ 2.600

  • Taxa de juros de 5% ao ano
  • Financiamento de até 360 meses (30 anos)
  • Subsídios de até R$ 47.500

Faixa 2 – renda mensal bruta de até R$ 4.000

  • Taxa de juros varia entre 5,5% e 7% ao ano
  • Financiamento de até 360 meses (30 anos)
  • Subsídio de até R$ 29.000

Faixa 3 – renda mensal bruta de até R$ 7.000

  • Taxa de juros de 8,16% ao ano
  • Financiamento de até 360 meses (30 anos)
  • Não oferece subsídio

As faixas 1,5, 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida ,entretanto, não participam dos sorteios.

Para maiores informações, clique aqui.

Crédito Imobiliário Itaú

Além do financiamento do imóvel, despesas com cartório e impostos podem ser incluídas. É possível ainda, utilizar o FGTS para reduzir o saldo financiado.

  • Taxa de juros de 8,80% ao ano;
  • Financiamento de até 30 anos;
  • Financia até 82% do valor de um imóvel de até R$ 2 milhões e 500 mil.

O Itaú também oferece crédito para decorar e reformar.

Para mais informações sobre o financiamento do Itaú, é só clicar aqui.

Financiamento de imóveis residenciais Banco do Brasil (BB)

Financia a aquisição de imóvel residencial, novo ou usado. O FGTS pode ser usado para abater o valor do financiamento

Custos de cartório, ITBI e tarifas de avaliação podem ser incluídas no financiamento, com os mesmos prazos e taxas.

  • Taxa de juros de 9,74% ao ano (mas condições diferenciadas podem ser aplicadas);
  • Financiamento de até 35 anos;
  • Financia até 80% do valor de um imóvel de até R$ 1 milhão e 500 mil.

Além disso, o Banco do Brasil (BB) também oferece crédito para compra de material de construção e móveis planejados. Tudo em até 54 vezes e com até 180 dias, para pagar a primeira parcela.

Para mais informações sobre o financiamento do Banco do Brasil (BB), é só clicar aqui.

Leia ainda:Bancos oferecem linha de crédito pessoal com menores juros para pagar dívida do cheque especial

Antes de obter um financiamento, etapas importantes devem ser seguidas

Quando se trata de um financiamento imobiliário, estamos falando de um empréstimo de longo prazo. Geralmente entre 15 e 25 anos e com um investimento de alto valor agregado. Desse modo, chegar a comprometer até 30% da renda de uma pessoa.

No entanto, apesar do alto comprometimento, com educação financeira e organização, a aquisição da casa própria pode ser realizada por muitas pessoas.

Assim sendo, alguns passos são fundamentais. Veja:

  1. Saber o quanto você poderá gastar, separando assim, no seu planejamento mensal, o valor que que poderá disponibilizar;
  2. Realizar simulações de financiamento, ao menos três e em instituições diferentes, avaliando vantagens e desvantagens de cada uma;
  3. Ter em mente um projeto de vida. Pois isso vai ajudar a determinar o tipo de imóvel: se para uma pessoa solteira, para uma família pequena ou grande;
  4. Identificar o local: se perto do emprego ou ainda com bom acesso a transporte público (claro que a limitação financeira pode restringir escolhas);
  5. Realizar uma pesquisa de preços, para identificar os valores dos imóveis na localização desejada;
  6. Construir uma poupança inicial para dar de entrada;
    • Procurar efetuar o pagamento de uma maior entrada possível (esta é uma dica de estratégia financeira). Pois quanto maior a entrada, menor o tempo de financiamento e a taxa de juros.
    • Em resumo, um bom número seria algo entre 15% a 20% do valor do imóvel.
Minha Casa Minha Vida é o financiamento imobiliário mais popular; conheça outras opções acessíveis
Minha Casa Minha Vida é o financiamento imobiliário mais popular; conheça outras opções acessíveis

Por conta da crise, há recursos sobrando nos bancos para crédito imobiliário. Para o Minha Casa Minha Vida pode faltar

Por conta da resistência do consumidor em assumir dívidas de longo prazo, certamente em função da crise financeira, há uma estimativa de R$ 126 bilhões de reais em recursos para o financiamento imobiliário, em 2019, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Os bancos usam em torno de 65% dos recursos aplicados na poupança com o crédito imobiliário. A segunda fonte de recursos é o FGTS.

As instituições financeiras vêm reduzindo os juros do crédito imobiliário, pois estão seguindo a redução da Selic (taxa básica de juros da economia), que hoje está em 6,5% ao ano.

Além disso, a disputa por clientes tem aumentado e já é possível obter uma liberação de financiamento com 45 dias (o prazo médio era de 90 dias), pra quem estiver apto ao financiamento.

Entretanto, para o Minha Casa Minha Vida, o governo estuda reduzir de 10% para 3% sua participação no subsídio das faixas mais elevadas do programa federal.

A princípio, portanto, a redução da participação se daria nas faixas 1,5 e 2 do Minha Casa Minha Vida. 

Leia ainda:FGTS é possibilidade no programa Minha Casa Minha Vida, entenda


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