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Bolsa Família: valor do benefício pode aumentar com melhora da economia; entenda


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19 de janeiro – A equipe econômica do governo aumentou a expectativa de crescimento da economia para 2020, e, isso, por sua vez, pode beneficiar o Bolsa Família, já que uma folga no orçamento para destinar ao programa é um fator importante.

A equipe econômica do governo tem estudado aumentar o valor pago aos beneficiários do Programa Bolsa Família, além de manter o pagamento do 13º que foi concedido em 2019, também para 2020.

O governo analisa conceder um aumento de R$ 6,81 por mês, para cada uma das 13,8 milhões de famílias contempladas atualmente.

De acordo com Boletim Macrofiscal, da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, divulgado na última terça-feira (14), a projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) que, de forma simplificada, representa a riqueza produzida no país, foi revisada de 0,90% para 1,12% em 2019; já para 2020, de 2,32% para 2,40%.

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Como fazer para se cadastrar no Bolsa Família

Para poder se inscrever no Bolsa Família, os potenciais beneficiários precisam ser de baixa renda: ganhar até meio salário mínimo por pessoa ou ganhar até 3 salários mínimos de renda mensal total.

Dessa forma, através do poder municipal, o Estado promove visitas às famílias de baixa renda para efetuar o cadastro.

No entanto, quem se encaixa ao perfil e não está inscrito no Cadastro Único, deve procurar um Centro de Referência em Assistência Social mais próximo e solicitar a inscrição.

Além disso, os estados e municípios também utilizam os dados do Cadastro Único como base para seus programas sociais.

Responsável pela família​

Para se cadastrar, portanto, é importante ter um responsável pela família que possa responder às perguntas do cadastro.

A pessoa precisa ser da família, morar na mesma casa e ter no mínimo 16 anos de idade. Esse responsável, preferencialmente uma mulher, precisa ter CPF e Título de Eleitor.

Contudo, para famílias indígenas e quilombolas, aceita-se a Certidão de Nascimento, Casamento, RG, Carteira de Trabalho etc.

Também é importante ter em mãos um comprovante de residência. Não é um item obrigatório, mas ajuda no preenchimento das informações.

Entretanto, sempre que ocorrer mudanças na família (alguém saindo de casa, nascimento de um filho, por exemplo), o responsável precisa procurar o CRAS para atualizar os dados cadastrados.

Outros programas que usam o Cadastro Único ​

Diversos programas e benefícios sociais do Governo Federal, além do Bolsa Família, utilizam o Cadastro Único como base para seleção dos benficiários, confira:

  • Programa Minha Casa, Minha Vida;
  • Bolsa Verde – Programa de Apoio à Conservação Ambiental;
  • Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI​;
  • Fomento – Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais;
  • Carteira do Idoso;
  • Aposentadoria para pessoa de baixa renda;
  • Programa Brasil Carinhoso;
  • Programa de Cisternas;
  • Telefone Popular;
  • Carta Social;
  • Pro Jovem Adolescente;
  • Tarifa Social de Energia Elétrica;
  • Passe Livre para pessoas com deficiência;
  • Isenção de taxas em concursos públicos.

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