São Paulo (SP), segunda-feira, 31 de agosto de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Os bilhetes magnéticos do tipo Edmonson estão com os dias contados no metrô de São Paulo. Isso porque o prazo de validade do mecanismo vai até o próximo dia 31 de outubro em todas as plataformas.
Esse modelo já é considerado ultrapassado no metrô de São Paulo. Afinal de contas, é um sistema que se usa desde 1974, quando houve início da operação comercial.
Por isso, há uma dificuldade natural em fazer a manutenção e até mesmo na hora da leitura. Mas, quem ainda tem bilhetes do tipo, segundo a empresa, é possível trocar ainda entre novembro deste ano e janeiro do ano que vem, mas onde e como trocar ainda serão devidamente informados pela companhia.
Metrô passa por modernização de bilhetagem
Com essa dificuldade do Metrô de São Paulo em encontrar peças de reposição, a troca e a modernização se tornaram o único caminho. Até porque hoje há uma expansão das formas digitais e eletrônicas de se pagar o bilhete.
Por enquanto, também não se sabe se haverá necessidade de emissão de um novo cartão substituto. E isso deverá acontecer nos próximos dias e semanas, com a proximidade do fim do sistema.
Com 11,9 milhões de habitantes apenas na capital, o sistema de transporte sobre trilhos se torna essencial para os trabalhadores e estudantes. Ainda não se sabe se haverá restituição dos eventuais créditos remanescentes desses bilhetes.
Mas, os passageiros já têm diversas outras opções de pagamento das passagens no dia a dia. E haverá ainda a ampliação dos sistemas para facilitar a vida do cidadão.
Agora, o fato é que esse bilhete de papel-cartão, com tarja magnética, utilizado por mais de 50 anos, já está com os dias contados. E será como um importante ícone na história paulistana.
Quais as alternativas
Sem o cartão magnético, os usuários do Metrô em São Paulo podem usar outras alternativas, como o Bilhete Único, o Cartão TOP, bilhetes com QR Code impresso (vendidos nas bilheterias e autoatendimento) e QR Code digital, adquirido por aplicativo de celular ou WhatsApp.
Mas, também é possível fazer o pagamento com cartões físicos ou virtuais de débito e crédito por aproximação. Do mesmo modo, pode pagar com smartphones e smartwatches.
Por fim, o Metrô de São Paulo também aposta na maior agilidade na hora do pagamento e embarque nas plataformas. E, também, pretende reduzir os gastos com a operação do Metrô na Grande São Paulo.
