São Paulo (SP), sábado, 8 de agosto de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Luciene Rocha Ferreira, 53 anos, perdeu a vida na madrugada deste sábado (8), em São Paulo, em mais um caso de atropelamento na capital paulista. Esse acidente aconteceu na Avenida Pirajussara, no Jardim Taboão, região oeste da cidade.
Segundo testemunhas, o carro que atropelou Luciene fugiu do local e a polícia busca pelo seu paradeiro. Ainda há a suspeita de que ele estivesse fazendo ‘racha’, o nome dado a corridas de rua proibidas e feitas em alta velocidade.
Ainda de acordo com testemunhas que estavam em um ponto de ônibus, dois carros passaram em alta velocidade. O motorista ainda não foi preso, mas já foi identificado.
Luciene era aposentada e teve muitas fraturas
Após o atropelamento, enquanto atravessava a rua, Luciene ainda foi socorrida à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da região. No entanto, sofreu diversas fraturas pelo corpo, não resistiu aos ferimentos e morreu durante o atendimento.
Esse caso foi registrado no 89º DP (Distrito Policial) como homicídio culposo, ou seja, quando não se tem intenção de matar. No entanto, com o andamento das investigações, essa classificação poderá mudar, caso haja indícios de dolo.
Luciene voltava de uma vigília religiosa próximo à meia-noite, quando a tragédia aconteceu. Ela estava em uma igreja da região quando aconteceu o atropelamento. Na hora, dois carros teriam saído em arrancada após abertura de um semáforo.
No entanto, a polícia já identificou os dois carros: um UP preto e um Cruze prata. O carro preto foi abandonado sem chave e o condutor já foi identificado como Caio Borato, de 19 anos.
Dentro do carro, haviam três pessoas, mas apenas um deles, que estava no banco do passageiro, esperou a polícia. E disse em depoimento que foram surpreendido por uma pessoa correndo fora da faixa e que o motorista, mesmo freando, não conseguiu evitar a batida.
Borato se afastou do carro, diz amigo
Ainda de acordo com o depoimento do passageiro, Borato desembargou do carro após atropelar Luciene e andou até outro carro, que estava acompanhando eles e estacionou à frente. Ele teria fugido do local e não atendeu mais o telefone.
Quanto ao outro carro envolvido, o Cruze, o condutor afirmou à polícia que estava com Borato em um posto de gasolina e depois saíram nos dois carros. Depois, disse que viu um vulto na via e que, depois, ouviu o barulho do atropelamento, que tirou a vida de Luciene.
