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São Paulo (SP), quarta-feira, 15 de julho de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Uma médica de São Paulo foi vítima de um golpe com maquininha de pagamento. E a taxa de entrega de flores no dia do aniversário, que deveria custar R$ 4,99, lhe causou um prejuízo de R$ 19 mil.
Na oportunidade, Marília Dalprá, 69 anos, estava em casa na quarta-feira anterior, dia 8 de julho, quando recebeu mensagem de WhatsApp de que uma loja de flores iria entregar um presente já pago para ela. Na hora, pensou até que se tratasse de algum parente ou de algum paciente, pois, é normal os médicos receberem esse tipo de mimo. Porém, não imaginava que estaria começando a ser vítima de um golpe.
Em seguida, em nova mensagem pelo celular, chegou uma mensagem pedindo o pagamento da taxa de R$ 4,99. Mas, a médica em nenhum momento desconfiou, pois, pensou que fosse por ter sido uma compra via internet.
Vítima de golpe recebeu motoboy em casa
Depois, o motoboy, que participava do golpe, foi até a casa dela em São Paulo e entregou as flores. Então, pediu para que Marília efetuasse o pagamento na máquina.
No início, ela teve dificuldades e não conseguia fazer o pagamento da taxa, pois, estava dando erro na maquininha. Então, ela tentou pagar via Pix, o que também não foi possível, já que o motoboy disse que o equipamento só aceitava débito ou crédito.
Na continuidade do golpe, o motoboy pediu para que médica ligasse na loja e pedisse um código. Então, ela ligou no mesmo número de WhatsApp que mandou a mensagem mais cedo.
Depois, continuou dando erro, mesmo com o código, que era falso, e ela teve que ligar de novo para a suposta loja. Desta vez, o suposto funcionário foi mais ríspido com o motoboy, que argumentou que estava com pressa.
Em seguida, conseguiu enfim fazer o pagamento da taxa, mas ali o golpista já tinha digitado o valor de R$ 19 mil e o crime foi consumado.
Médica faz BO e pede devolução
Após perceber o golpe, a médica ligou para o banco, na tentativa de conseguir de volta o dinheiro que perdeu. Depois, teve ainda que registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil.
Agora, os policiais irão analisar as câmeras de segurança da própria residência para tentar identificar o entregador. Por fim, o Procon sempre orienta a nunca passar o cartão em máquinas com o visor quebrado e nem mesmo entregar o cartão na mão do vendedor, para minimizar o risco de golpe.
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