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Mercado bitcoin: BitLicense torna moradores de NY prisioneiros


As normas do mercado bitcoin e criptomoedas variam de um país para o outro e, principalmente entre os estados. E nos EUA não poderia ser diferente, e dentre os estados o que tem o ambiente mais gentil é o Wyoming, enquanto o estado de Nova York é o inverso.

O BitLicense inserido pelo Departamento de Serviços Financeiros do Estado de Nova York foi apelidado de repressivo por integrantes do mercado bitcoin e criptomoedas. Entretanto, o estado demonstra estar se reerguendo por meio de novas orientações.

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Mercado bitcoin: BitLicense torna moradores de NY prisioneiros
Mercado bitcoin: BitLicense torna moradores de NY prisioneiros / Imagem: Reprodução

 

O BitLicense em Nova York

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Jesse Powell, CEO da Kraken, em entrevista a Naomi Brockwell, demonstrou sua mágoa com as normas do mercado criptográfico de NY. Comentou sobre a quantidade de vezes que tiveram que acabar seus empreendimentos no estado devido a regulamentação. Jesse disse: “era totalmente fraudulento”, declarando que Benjamin Lawsky, advogado dos EUA que lançou o BitLicense, abandonou o cargo logo após sua introdução.

Além disso, Jesse declarou que a licença foi inserida mencionando motivos de preservação ao consumidor, mas estava fazendo a maioria deles “se sentirem presos em cativeiro” em vez de preservados. E acrescentou:

“A maior parte das empresas saiu do estado porque as exigências são inconvenientes e querem ter o controle não só sobre os acontecimentos em NY, mas também sobre todo o mercado global. É insustentável, e ao olhar para Nova York no âmbito global, torna-se um lugar minúsculo e até todo o território dos EUA equivale somente 20% dos negócios.”

Logo após essas declarações, o CEO da Kraken ainda comentou sobre as barreiras enfrentadas devido as normas. Alegou que a “falta de conhecimento” do mercado bitcoin e criptomoedas era o motivo principal. E afirmou que uma barreira frequente eram os termos de serviço do regulador devido a corrupção ou outra justificativa. E acrescentou que alguém poderia acabar ensinando os reguladores “constantemente.”

Encerrou dizendo: “Nos EUA, onde se trata de legisladores e depois os reguladores, os reguladores estão fazendo o que os legisladores falaram para fazer. Para alterar a lei, é só indo ao Congresso”.

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