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PIB: Itaú rebaixa expectativa de crescimento econômico pra 2019

Em reunião nesta terça-feira, economistas do banco rebaixaram a expectativa de crescimento do PIB para o ano de 2019.


PIB: Segundo economistas do Banco Itaú, a economia brasileira terá bastante dificuldade para expandir 1% neste ano. No evento Macro em Pauta, organizado pela equipe econômica, nesta terça-feira (28) foi apresentado uma nova projeção para o PIB. Nesse sentido, o banco revisou para baixo a expectativa de crescimento em 2019. As últimas projeções do banco apontavam um crescimento de 1,3% e foram revisadas para 1% no ano de 2019.

A base dessa revisão, entretanto, foi que os últimos indicadores econômicos estão vindo em ritmo bastante lento para uma projeção maior. Nesse sentido, é possível que essas projeções sejam revistas para baixo no decorrer do ano. Entre os indicadores medidos pela atividade industrial estão: a confiança do empresário, a produção de matérias-primas agrícolas e a atividade industrial.

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PIB: Ociosidade da indústria ainda é alta na economia

Devido aos resultados apresentados nesse começo de ano, dificilmente o PIB se expandirá 1%. Isso porquê, o crescimento trimestral daqui para frente, precisará crescer em torno de 2% no comparativo com o ano passado, para se chegar na expansão de 1% anual.

A ociosidade da indústria é um dos principais reflexos do baixo desempenho econômico. Entretanto, diante do desajuste das contas públicas, o governo teme aquecer o consumo e consequentemente, perder o controle da dívida bruta. Desse modo, o baixo desempenho da economia mantém a inflação na meta. Assim como a taxa SELIC em baixo patamar. Com isso, o governo controla a expansão dos juros da dívida.

Previdência e acontecimentos externos

Um dos fatores que também colaboraram para o fraco crescimento econômico nesse início de ano, foi o baixo desempenho da economia mundial. Enquanto a guerra comercial entre Estados Unidos e China não tiver um desfecho, o mercado segue cauteloso.

Dessa maneira, para os economistas do banco, a economia brasileira está altamente dependente da reforma da previdência. Sendo assim, espera-se, que com a reforma sendo aprovada, o governo consiga economizar entre R$ 670 a R$ 990 bilhões em dez anos. Esses valores equivalem à 1,4% a 1,8% do PIB. Desse modo, se a reforma passar sem grandes alterações, os economistas acreditam que o PIB do Brasil poderá crescer 2% em 2020.

 


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