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Dólar hoje: Moeda abre essa segunda-feira (03/06) em queda

Moeda cai e atinge R$ 3,89 com mercado mais otimista em relação aos avanços da reforma da Previdência!


O dólar hoje abriu o dia em baixa, no primeiro pregão do mês. A trajetória do ativo segue o percurso da semana passada, onde acumulou queda de 2,25%. Os investidores, dessa forma, seguem monitorando os avanços relacionados à reforma da previdência, assim como os acontecimentos externos. Às 10h39 dessa segunda-feira (3) a moeda americana chegou a ser vendida  a R$ 3,8999. às 12h09 o valor do ativo era negociado em R$ 3,9017.

Na última sexta-feira, o dólar fechou o dia em queda de 1,32%, sendo vendido a R$ 3,9247. Apesar de ter ficado estável durante o mês de Maio, na última semana a moeda recuou 2,25%. Contudo, no ano de 2019, ainda acumula alta de 1,3%.

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O Mês de Junho, dessa maneira, começa sob uma percepção mais otimista por parte do mercado. Isso porquê, com os acontecimentos da semana passada, e com uma maior harmonia entre os três poderes, os agentes financeiros acreditam que a agenda das reformas, com destaque para a Previdência irá avançar mais rapidamente.

Nesse ínterim, espera-se que o dólar continue a sua trajetória de queda durante a semana. Nessa sessão, o BC realiza leilão de 5,05 mil swaps cambiais tradicionais. Eles correspondem à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de julho, totalizando US$ 10,089 bilhões.

Cenário externo turbulento

No exterior, todavia, o cenário segue turbulento. Na semana passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, fez ameaças econômicas diretas ao México. O presidente norte-americano, ameaçou taxar todos os produtos oriundos do país vizinho, começando com tarifas de 5% podendo chegar a 25% em outubro, caso o presidente mexicano não tomasse medidas em relação às imigrações ilegais.

Esse anuncio, contudo, veio tumultuar ainda mais o cenário, que tem como preocupação central a guerra comercial entre EUA e China. Longe de acabar, as tensões comerciais entre os dois países, considerado as duas maiores potências mundiais, podem aumentar os riscos de uma desaceleração global. No mês de Maio, os mercados de ações de China e Hong Kong, registraram as piores quedas mensais desde outubro, quando as tensões se aceleraram.

Entretanto, apesar dos acontecimentos externos, há um certo otimismo em relação ao Brasil. Desse modo, o dólar hoje segue sua trajetória de queda que deverá se estender por toda semana.


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