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Consulta médica poderá ser reagendada após greve, diz prefeitura

Medida em São Paulo também vale para exames que não puderam ser feitos durante paralisação

Marcos Eduardo Carvalho
NotíciasColunista
05 ago 2026 · 10h07Atualizado 9 horas
22 15 3 min
Consulta médica poderá ser reagendada após greve, diz prefeitura

São Paulo (SP), quarta-feira, 5 de agosto de 2026, por Marcos Eduardo Carvalho – Os paulistanos que perderam uma consulta médica na rede pública municipal de saúde nesta terça (4) e quarta-feira (5), por conta da greve dos metroviários da CPTM, poderão reagendar as datas. Essa informação foi confirmada pela prefeitura de São Paulo em seu site oficial.

Ainda segundo a prefeitura, além da consulta médica, quem perdeu eventualmente algum exame marcado também poderá reagendar. Nestes casos, a própria unidade de saúde onde iria irá fazer o contato com o paciente e, por isso, não haverá necessidade de ir ao local apenas para o reagendamento.

Ainda assim, quem mora perto de alguma UBS (Unidade Básica de Saúde), poderá ir ao local de referência para tirar dúvidas. Desta maneira, irá minimizar o prejuízo causado pela paralisação dos metroviários.

Consulta médica é um dos prejuízos

Consulta médica poderá ser reagendada após greve, diz prefeitura. Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil

A perda de consulta médica e exame marcados é um dos contratempos causada pela greve dos funcionários da CPTM, que atinge as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, incluindo o Expresso Aeroporto, desde terça-feira (4) e que já está em seu segundo dia. Além disso, trânsito também ficou comprometido e a ida ao trabalho e escola também se complicou.

Por exemplo, nesta manhã de quarta, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) chegou a apontar mais de 708 quilômetros de lentidão no trânsito da capital paulista. Inclusive, o rodízio de veículos foi suspenso desde terça, para minimizar os impactos da falta dessas linhas de trem.

Com a greve, também houve uma sobrecarga nos outros meios de transporte, como metrô e ônibus. Nesses dois dias, é possível ver os veículos lotados e as plataformas também com muita gente no aguardo para embarque.

Há relatos de passageiros levando mais de quatro horas para chegar ao destino. No caso dos que trabalham à noite, houve dificuldade até mesmo para conseguir voltar para casa.

Serviço médico é desafio

Marcar uma consulta médica pelo SUS (Sistema Único de Saúde) nem sempre é fácil em uma cidade de 11 milhões de habitantes. E, quando conseguem, muitas vezes é necessário esperar até meses pelo atendimento.

Agora, com a greve dos metroviários, que cobra a manutenção e garantia de 4.700 empregos, a dificuldade para agendar atendimentos fica ainda maior em São Paulo. Desta maneira, muitos que perderam uma consulta médica ou um exame agendado terá a oportunidade de reagendar. No entanto, isso só valerá para atendimentos perdidos durante os dias em que a greve permanece em São Paulo.

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✦ Notícias — Esta reportagem, publicada hoje, é assinada por Marcos Eduardo Carvalho, editor-chefe do Diário Prime. Marcos Eduardo Carvalho, nascido em São José dos Campos, jornalista formado em 1999 pela Unitau (Universidade de Taubaté), e que trabalha também no jornal OVALE, no portal Manezinho News e nos blogues do FolhaGo, Tecnotícias, Diário Prime e Olhar Automotivo Para acompanhar mais coberturas de Marcos Eduardo Carvalho, acesse sua página de artigos.

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