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“Não temos todas as respostas para todas as perguntas”, diz Augustus Nicodemus sobre Brumadinho

O reverendo Augustus Nicodemus, um dos mais populares teólogos brasileiros, comentou a tragédia de Brumadinho nesta quarta-feira (30), sob a ótica dos conceitos pregados a partir do Evangelho. O texto, divulgado pelo Facebook, traz três componentes bíblicos: a realidade da queda moral e espiritual do homem, o caráter santo e justo de Deus e o sofrimento de Jesus Cristo por nós.

O reverendo começa a exposição com a citação de Gêneses 1 – 3, destacando a desobediência de Adão e Eva e iniciando a compreensão do conceito de “queda moral” da humanidade. Segundo Augustus Nicodemus, essa “queda” impactou toda a criação de Deus.

Sendo assim, “as catástrofes, desastres, calamidades, tragédias, que sejam naturais ou fruto do erro humano, são o resultado de Deus ter amaldiçoado a terra por causa do pecado do homem. Deus permite estas misérias e castigos para despertar a raça humana, para provocar o arrependimento, para refrear o pecado do homem, para incutir-lhe temor de Deus, para desapegar o homem das coisas desta vida e levá-lo a refletir sobre as coisas vindouras”, escreveu.

Ainda nesse contexto, o reverendo enfatiza a justiça de Deus e diz que Ele conhece o sofrimento humano por tê-lo experimentado na pessoa de Jesus Cristo. “Ele carregou nossa dor e experimentou nosso sofrimento para que pudéssemos ser justificados dos nossos pecados, perdoados, aceitos por Deus como seu filhos, para nos livrar do sofrimento eterno e recebermos a vida eterna. Deus sabe o que é sofrer. Por isto, podemos encontrar nele respostas e conforto na hora da dor”, aconselhou.

Reverendo Augustus Nicodemus - fonte Instagram-
Reverendo Augustus Nicodemus – fonte Instagram-

O pastor Augustus Nicodemus encerra o texto dizendo não ter todas as respostas para as perguntas que se levantam quando um desastre acontece. “Não sabemos os propósitos maiores e finais de Deus com aquela tragédia. Só a eternidade o revelará. Temos que conviver com a falta destas respostas neste lado da eternidade”, disse.

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Entretanto, ele diz que é preferível conviver com a falta de respostas do que duvidar da palavra de Deus. “É preferível isto a aceitar respostas que venham a negar o ensino claro da Bíblia sobre Deus, como por exemplo, especular que ele não existe, ou que, se existe, que ele não é soberano e nem onisciente e onipotente”, finalizou

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