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Mesmo com o nome envolvido em polêmicas, Marco Feliciano pode presidir comissão de Direitos Humanos

Podemos cogita indicar pastor após perder indicação para comissão de Educação

O pastor e deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP) pode voltar a presidir a comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Na manhã desta terça-feira (19), o presidente do Podemos, José Nelto (GO), sinalizou que poderia indicar Feliciano para a comissão.

Marco Feliciano pode presidir comissão de Direitos Humanos. Foto: reprodução/Instagram

O Podemos cogita indicá-lo para a comissão após a legenda ter sido preterida na intenção de comandar o colegiado de Educação. A divisão das comissões ainda não ocorreu devido a disputas internas entre as legendas, decorrentes de diferentes acordos firmados para a reeleição de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara.

“Nós podemos pedir agora Direitos Humanos. O pastor Marco Feliciano quer presidir. A bancada vai avaliar ainda. Pode ser ele ou outro nome”, declarou Nelto. Ele foi avisado que a comissão de Educação ficará com o PSDB e vai debater com a bancada a hipótese de a legenda pedir o colegiado de Direitos Humanos, que vinha sendo negociado para o PT.

Feliciano comandou o colegiado em 2013 em meio a muita turbulência. Acusado de ser racista e homofóbico por diversas declarações polêmicas ele foi alvo de diversos protestos que prejudicaram o andamento dos trabalhos. Um de seus principais apoiadores durante o período foi o atual presidente da República, Jair Bolsonaro.

Feliciano foi acusado de tentativa de estupro e lesão corporal

O pastor Marco Feliciano foi acusado em junho de 2016 de estupro e lesão corporal pela jornalista Patrícia Lélis, integrante da juventude do PSC, seu partido na época. Feliciano também teria dado um soco em sua boca e um chute em sua perna, segundo relatou a jovem à Polícia, além da tentativa de estupro.

Em dezembro do ano passado, a Justiça de São Paulo arquivou o processo com a alegação de que não havia elementos convincentes de que Feliciano tenha agredido ou tentado violentar a jornalista. Em 2017, a Justiça aceitou uma denúncia feita pelo Ministério Público (MP) acusando a jornalista de mentir e extorquir dinheiro do chefe de gabinete do deputado federal.

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Feliciano declara que atitude de juíza em caso envolvendo Malafaia é “pura canalhice”

No início de fevereiro, o nome do pastor Marco Feliciano esteve novamente envolvido em polêmicas. Ao se posicionar sobre o processo aceito pela justiça contra o também pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Feliciano chegou a declarar que a posição da juíza do caso era “pura canalhice”.

Marco Feliciano também afirmou que todos os gastos do evento Marcha para Jesus, alvo do processo, foram passados para os responsáveis legais, e Silas Malafaia ficou indignado pelo fato de cobrarem tanto de uma coisa que outrora existiu, sendo que os demais eventos como a Parada Gay e Escolas de Samba não recebem esse tipo de cobrança, ou pressão.

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