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O Açougueiro Mestre: Vídeo original de Armin Meiwes “Ritual Canibal de Rothenburg” é destaque na web

Crimes envolvendo canibalismo chocam a sociedade. Um dos casos mais conhecidos mundialmente é o “Ritual Canibal de Rothenburg”.

O assassino canibal alemão se tornou conhecido no mundo inteiro por matar uma pessoa para se alimentar.

O autor desse sádico crime tem nome e sobrenome: conheça o alemão Armin Meiwes, intitulado como o Açougueiro Mestre, Der Metzgermeister ou Canibal de Rothenburg.

O Açougueiro Mestre: Vídeo original de Armin Meiwes “Ritual Canibal de Rothenburg” é destaque na web
O Açougueiro Mestre: Vídeo original de Armin Meiwes “Ritual Canibal de Rothenburg” é destaque na web

A vida de Armin Meiwes

Nascido na cidade de Essen, na Alemanha Ocidental, em 1 de dezembro de 1961, Armin Meiwes teve uma infância solitária.

O jovem cresceu em uma casa grande, numa cidade alemã perto de Kassel. A mãe era a sua única companhia, e sabe-se que era uma mulher muito controladora.

O desejo de praticar canibalismo surgiu ainda na infância.

De acordo com o perfil traçado pela BBC News em 2006, Armin Meiwes levou uma vida exteriormente tranquila.

Contudo, a matéria ainda afirma que, já na fase adulta, Amin foi descrito por uma mulher que ele fez amizade antes de cometer o crime, como “uma pessoa amigável e sensível”.

Outra mulher que o conhecia o descreveu como “muito infantil”.

Ainda segundo o texto da BBC, foi apontado que no início de seu primeiro julgamento, em dezembro de 2003, Meiwes disse que sua motivação para matar e comer um homem nasceu do desejo de ter um irmão mais novo que nunca teve.

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O Ritual Canibal de Rothenburg

Antes de continuar essa leitura saiba que o conteúdo abaixo possui teor perturbador. Aviso dado, siga por livre escolha.

Foi em dezembro de 2002 que o mundo conheceu o Armin Meiwes, técnico alemão em reparo de computadores, de 39 anos.

Nesse ano, o assassinato macabro cometido por Meiwes foi manchete em vários jornais ao redor do mundo; e com detalhes.

Tudo começou quando Meiwes descobriu um fórum macabro chamado The Cannibal Cafe na internet. Nele, pessoas alimentavam fetiches em canibalismo.

Nesse espaço, alguns usuários se ofereciam para ser comidos e mantinham contato com outros que desejavam consumir carne humana.

O fórum esteve no ar entre os anos de 1994 e 2002.

As investigações feitas na época chegaram a conclusão de que existiam mais de 200 pessoas mantendo contato com o Amin através desses sites.

À procura de “homens para massacre”, Armin postava frequentes mensagens nesses fóruns.

Ele estava “procurando uma pessoa forte, de 18 a 30 anos de idade, para ser abatida e depois consumida”.

Através deles conheceu muitos homens que lhe contaram sobre suas fantasias canibais. Um deles foi o engenheiro de computação Bernd Jürgen Armando Brandes.

Brandes tinha 43 anos, vivia em Berlim, e alimentava uma obsessão: ser devorado por alguém.

Em Março de 2001, os dois se encontraram na fazenda de Meiwes, em Rothenburg. Foi nesse encontro que toda a perversidade aconteceu.

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Ritual macabro

Antes do ritual ter início, Meiwes e Brandes fizeram sexo. A vítima consumiu 20 comprimidos para dormir e meia garrafa de bebida alcóolica.

Isso aconteceu para que Brandes pudesse suportar os momentos de dor seguintes consentidos por ele próprio.

Logo após o ato sexual, Meiwes amputou o pênis de Brandes em uma pequena peça apelidada de “matadouro”, decorada com objetos de açougue e uma jaula.

Brandes insistiu para Meiwes arrancar seu pênis a dentadas, mas, por conta da consistência dura do membro, não foi possível.

Então, Meiwes cortou o pênis do outro homem com uma faca e tentou fazer os dois comerem juntos antes de Brandes morrer.

Quando finalmente conseguiu arrancar o pênis fora, os dois tentaram comê-lo ainda cru, contudo, não conseguiram.

Em seguida, Meiwes teve a ideia de temperar o membro em uma frigideira com pimenta, alho e noz-moscada e serviu para que os dois consumissem.

Brandes não conseguiu comer sua porção, pois estava muito dura e também já havia perdido muito sangue.

Ele havia pedido ao seu parceiro para desmembrá-lo apenas após perder a consciência.

Dessa forma, Meiwes o esfaqueia no pescoço seccionando a cabeça do resto do corpo.

Ele pendurou o cadáver no gancho de açougueiro e começou a fatiá-lo. Todo o incidente foi gravado em um vídeo com quatro horas de duração.

Após o assassinato, Meiwes confessou que congelou partes do corpo e guardou para ir comendo ao longo dos próximos meses. Ao todo foram 20 kgs.

Em uma entrevista realizada anos depois, ele afirmou: “Passei mais de 40 anos sonhando com isso. E agora, eu estava começando realmente a atingir esta conexão íntima e perfeita com ele através de sua carne. A carne tem gosto de carne de porco, mas mais forte.“.

Que fim levou o açougueiro mestre?

Preso em dezembro de 2002, Armin Meiwes passou por dois julgamentos. O primeiro aconteceu em 2004 e o segundo dois anos depois, em 2016.

A denúncia veio por meio do telefonema de um estudante universitário da cidade de Innsbruck, na Áustria.

O jovem encontrou um anúncio de Amin e detalhes sobre como ele havia assassinado Brandes. Além disso, partes do corpo da vítima e a fita de vídeo do crime foram encontradas na casa do assassino.

Durante seu primeiro julgamento, Amin foi condenado a 8 anos de prisão por homicídio culposo. Nessa época ele reconheceu o crime e disse sentir-se culpado. O fato de Brandes ter consentido o ato minimizou a pena.

Na época, de acordo com matéria da BBC News, um promotor do caso afirmou: “Meiwes matou sua vítima como um pedaço de gado e o tratou como um objeto de sua fantasia.”.

Ainda de acordo com uma outra matéria da BBC, outro homem chamado Dirk Moller, trabalhador de hotel com sede em Londres, testemunhou que chegou a ser acorrentado na cama e marcado como açougue antes de mudar de idéia. Ele pediu para ser libertado e Meiwes concordou.

Segundo o psicólogo que analisou Meiwes, o homem admitiu que ainda tinha fantasias sobre devorar a carne de jovens atraentes. Dada essa declaração, conclui-se que o assassino poderia reincidir.

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Novo julgamento

Em 10 de maio de 2016, um novo julgamento. Com outra análise das evidências a corte distrital de Frankfurt condenou o canibal de Rothenburg por assassinato.

Dessa vez, foi considerado que Meiwes matou a vítima por seu próprio prazer sexual. E que Brandes não tinha consciência por conta da ingestão de sedativos, quando foi comido.

Atualmente, Armin Meiwes cumpre a pena de prisão perpétua. O assassino se declarou vegetariano em 2007.

Contudo, além das atrocidades, seu caso ficou conhecido por expor o submundo do canibalismo na internet.

O caso do Açougueiro Mestre foi relatado no documentário lançado em 2007 intitulado “Entrevista Com um Canibal”.

(O vídeo original de Armin Meiwes assistir)

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