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MEI: como desenvolver um ecommerce e faturar alto com vendas online

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O MEI (Microempreendedor Individual) que está buscando oportunidades de alavancar suas vendas, pode ter no comércio eletrônico (ecommerce) um grande aliado. Neste modelo de negócio, a comercialização de produtos ou serviços que geralmente é feita em lojas físicas, acontece 100% de forma digital, ou seja, pela internet.

Para se ter uma noção do tamanho desse mercado e como o MEI pode aproveitar, uma pesquisa do Google mostrou que as vendas por ecommerce irão dobrar em até cinco anos, devendo alcançar os R$ 85 bilhões.

Além disso, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), pelo menos 50% das compras já serão feitas de forma online. Esses números servem para que o MEI possa traçar um planejamento e se qualificar para aproveitar o potencial do segmento de vendas online. Veja o que necessário para começar.

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O que o MEI precisa para desenvolver um ecommerce

A primeira coisa a ser feita é, certamente, a formalização. A opção de abrir um MEI é muito vantajosa nesse sentido, já que essa é bastante acessível, simples e com taxa de impostos baixa.

Contudo, como em qualquer negócio, é preciso estar atento a fatores de mercado e processos organizacionais. O uso de tecnologia e questões de segurança também é fundamental.

É preciso entender que independente do produto ou serviço a ser comercializado, toda a transação é feita pela internet, e na maioria das vezes, o pagamento também.

O microempreendedor pode criar uma loja online ou vender através de marketplaces

Lojas online próprias

Esse é modelo que vai exigir um pouco mais de investimento do MEI, já que ele terá que desenvolver um site que funcione como loja ou contratar um profissional para fazer.

Entretanto, existem empresas que oferecem sites pré-prontos, simples de ser editado com logotipo do cliente, cores, etc. Esse o caso do: Wix, Loja virtual do UOL e o Hostgator.

Essas empresas cobram um valor mensal ou anual e disponibilizam toda a tecnologia e suporte necessário para que o MEI possa ter um ecommerce.

Marketplaces

São plataformas administradas por empresas (sites de terceiros), onde as pessoas que querem vender seus produtos se cadastram e usam a estrutura delas para comercializar.

Diferente de uma loja online, onde o empreendedor vende apenas os seu produtos, nos marketplaces, várias pessoas podem oferecer diversos produtos e serviços.

Essas empresas ganham um percentual sobre as vendas, podem cobrar uma assinatura mensal ou ainda pacotes de serviços como anúncios destacados.

Os marketplaces mais conhecidos e que o MEI poderá se cadastrar são:

  • B2W – permite a venda de produtos dentro dos sites da Americanas.com, Submarino e Shoptime;
  • Netshoes – focada na venda online de material esportivo, hoje pertence a Magazine Luiza;
  • Magazine Luiza – vem crescendo bastante no mercado digital e é possível vender uma enorme variedade de produtos;
  • Mercado Livre – esse é o maior marketplace do Brasil, com milhões de consumidores acessando a plataforma diariamente para realizar compras.

Vale ressaltar que a maioria dos marketplaces do país vão exigir um CNPJ, ou seja, para quem quer começar a faturar nesse mercado, abrir um MEI já pode ser o primeiro passo.

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Passos necessário para o MEI começar a trabalhar com ecommerce

Definição do nicho

Para quem está começando, é muito importante definir um segmento de produtos, um nicho. Não adianta querer atacar em várias frentes, ainda mais quando se é pequeno e tem poucos recursos.

Nesse caso, é aconselhável que o MEI procure comercializar produtos que tenha um certo conhecimento ou forte identificação, mas é preciso atentar para a viabilidade, pois não adianta querer trabalhar com produtos que tem muito pouca demanda.

Entender o público alvo

O MEI deverá fazer um estudo detalhado do comportamento do seu potencial cliente. É preciso entender os seus hábitos de consumo, os preços que ele costuma pagar, o que ele está buscando de novidade, etc.

Toda a estratégia de divulgação vai ser bem mais eficiente se o microempreendedor compreender as necessidades dos seus clientes.

Construir uma estratégia de divulgação

Aqui faz-se necessário que o MEI entenda ou busque assessoria de profissionais para construir uma boa estratégia de divulgação da sua loja online e dos seus produtos.

Saber como anunciar no Google, Facebook, Instagram, Youtube, são fundamentais, já que as pessoas estão o tempo todo navegando em redes sociais ou pesquisando algo na internet.

Mas é possível conseguir capital para investir e também aprender muito sobre o assunto, e de forma gratuita, através dos cursos online do Sebrae.

Defina sua estrutura logística

O MEI precisa ficar atento à eficiência na separação de mercadorias, entrega, distribuição e também no sistema de devolução de produtos, entre outros processos.

Contudo, no ecommerce, existem três formas de trabalhar com estoque:

  • Estoque próprio/dedicado: esse é o modelo convencional. Aqui o microempreendedor monta um estoque e, a partir dele, envia os produtos adquiridos aos consumidores;
  • Cross docking: é um sistema de distribuição no qual o produto que foi comprado pelo cliente é despachado para um centro de distribuição ou para uma instalação (armazém). Nesse centro de distribuição/armazém, a mercadoria é expedida para o consumidor final de forma imediata, ou seja, acontece uma redistribuição rápida.

Modelo de Drop shipping

Vale um destaque à parte para esse modelo, já que está muito em evidência e vem se popularizando entre os empreendedores virtuais.

A maior vantagem do drop shipping, é que é possível montar um ecommerce sem a necessidade de investir em estoque antecipadamente.

Nesse modelo não é necessário sequer comprar um produto e é possível iniciar um negócio bem-sucedido.

Como funciona

O empreendedor se associa a um fornecedor de drop shipping que fabrica e/ou armazena produtos, os empacota e envia diretamente ao cliente em nome do varejista.

O processo é basicamente este:

  • O cliente faz um pedido de um produto na loja virtual da empresa;
  • Em seguida o revendedor encaminha automaticamente ou manualmente os detalhes do pedido e do cliente para o fornecedor de dropship;
  • Dessa forma o fornecedor de dropship e envia o pedido diretamente ao cliente em nome da empresa.

Tem sido um modelo de negócios atraente, já que elimina a necessidade do MEI, por exemplo, ter um espaço para armazenar os produtos.

Empresas que trabalham com drop shipping:

  • Amazon;
  • Ebay;
  • AliExpress;
  • Mercado Livre;
  • Alibaba.

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