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Empréstimo barato: redução da Selic deve motivar linhas de crédito mais acessíveis


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O Copom (Comitê de Política Monetária), órgão do Banco Central, anunciou nesta quarta-feira (30) a redução da taxa que serve como base para a cobrança de juros em toda a economia, a Selic. Ela é o principal mecanismo de política monetária empregado pelo Banco Central no intuito de controlar a inflação. Todas as taxas de juros do país são influenciadas de alguma forma pela Selic. Igualmente, as taxas cobradas no empréstimo pessoal, financiamentos e investimentos sofrem com tal variação.

Faz três anos, em média, que o BC (Banco Central) vem reduzindo a referida taxa. De lá para cá, ela caiu de 14,25% para o percentual inédito de 5% ao ano. Vale salientar que existe uma relação direta entre a Selic e o que se cobra de juros em toda e qualquer operação financeira. Assim, quando a taxa básica de juros fica menor, o dinheiro fica mais “barato”.

Empréstimo barato: redução da Selic deve motivar linhas de crédito mais acessíveis
Empréstimo barato: redução da Selic deve motivar linhas de crédito mais acessíveis

Isso tem gerado um reflexo positivo para os interessados em contratar algum tipo de serviço financeiro de tomada de crédito. Portanto, nas principais modalidades, o valor dos juros cobrado está ficando mais baixo, o que significa parcelas mais baratas na hora de pagar as mensalidades dos financiamentos contratados.

A contribuição da Selic nos juros dos empréstimos

Não é por acaso que as linhas de crédito mais acessadas pelo consumidor comum tiveram contínuas reduções nos juros, uma vez que acompanharam o movimento de queda da Selic. O tão temido juro do cheque especial, por exemplo, teve uma diminuição, inclusive, superior à da Selic.

O mesmo aconteceu com outros tipos de crédito pessoal. O crédito pessoal direto e o empréstimo consignado para funcionários públicos são exemplos claros de produtos financeiros que tiveram queda superior a 8% em comparação com o mesmo período de diminuição da taxa básica.

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Menores custos no repasse de crédito

Esse fenômeno da economia se deve ao fato de que quando as instituições financeiras captam depósitos e investimentos de maneira menos onerosa, acabam revertendo isso em benefício do cliente final. Portanto, o banco repassa o crédito com menores custos. No entanto, nem sempre isso acontece de maneira automática.

Foi o que explicou o economista da Febraban, Rubens Sadenberg, quando disse que “a Selic é a taxa que os bancos captam recursos. Só que eles captam e acontece várias coisas no meio do caminho até eles emprestarem o dinheiro aos clientes deles. O preço final do ‘produto’, ou seja, do empréstimo, pode não cair tanto, porque tem custo de logística, salários e outras coisas que podem interferir no processo”, revelou.

Uma outra questão importante que contribui para a “precificação” do dinheiro emprestado são os custos que os bancos e financeiras têm com impostos. Além da carga tributária, existe um valor que as instituições precisam reservar chamado de depósito compulsório.

Trata-se de uma obrigação imposta pelo BC para que os bancos depositem uma parte de suas captações em depósitos à vista como forma de garantia.

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