BRZ: criptomoeda tem seu valor lastreado no real brasileiro

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BRZ: criptomoeda tem seu valor lastreado no real brasileiro
BRZ: criptomoeda tem seu valor lastreado no real brasileiro

Fintech suíça lança a primeira criptomoeda lastreada no dinheiro brasileiro. A Transfero Swiss, empresa fundada por brasileiros, lançou a BRZ em maio deste ano e usa o real como referência de valor. Ou seja, ela fica atrelada a um ativo, que nesse caso é uma moeda soberana.

Criptomoeda tem seu valor lastreado no real brasileiro; conheça a BRZ
Criptomoeda tem seu valor lastreado no real brasileiro; conheça a BRZ

A criptomoeda BRZ pode ser negociada em todo mundo

No mês de junho, a criptomoeda passou a ser listada nas maiores exchanges do mundo, como são conhecidas as bolsas de criptomoedas.

Portanto, a moeda digital tem agora liquidez global, podendo ser convertida para diversas outras moedas soberanas ou criptomoedas em geral.

Em resumo, os investidores podem converter reais em BRZs e também os BRZs em dólares, euros, libras, etc. A taxa de conversão será a cotação do real.

Para Thiago Cesar, CEO da Transfero Swiss, o BRZ, no futuro, poderá ser usado também como dinheiro digital.

Ou seja, com o BRZ poderá se fazer pagamentos em lojas, sites e para contratar serviços.

E-commerces globais, como o gigante chinês Alibaba, já tem procurado a startup interessadas em aceitar BRZ, informou Cesar.

O BRZ vai permitir que os brasileiros explorem o mundo das criptomoedas

Atualmente, são mais de dois mil criptoativos existentes no mundo todo, sendo que para poder comprar boa parte deles, o investidor precisa comprar Bitcoin, ou outra moeda, primeiro.

Com o BRZ, isso deixa de ser necessário.

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O objetivo da criptomoeda é facilitar transações com ativos

O BRZ usa um sistema semelhante à Libra, moeda digital do Facebook lastreada em uma cesta de moedas.

Com isso, o criptoativo brasileiro utiliza um mecanismo de colateralização, onde todas as unidades de BRZ em circulação possuem uma contrapartida em reais.

A moeda digital não apresenta rentabilidade, contudo, isso ajuda ela a se manter estável ao longo do tempo.

O “criptoreal” seria, na verdade, uma representação digital da divisa brasileira por meio do blockchain, que funciona como uma espécie de contrato virtual imutável.

De acordo com Cesar, a gestora do BRZ será responsável por emitir e “queimar” os tokens.

O resgate pode ser feito a qualquer momento

Usuários podem converter reais em BRZs, com pagamento de uma taxa à Transfero.

Com os BRZs eles podem realizar transações, inclusive investir em outras criptomoedas, como o Bitcoin.

E quando desejarem, os clientes podem resgatar a cripto, o que é um fator bastante positivo já que a torna um ativo com liquidez global.

O objetivo do BRZ não é a especulação, mas sim facilitar transações com ativos digitais e o acesso a outras criptos.

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