SPC revela quais são as compras mais “escondidas” pelos homens e mulheres

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SPC revela quais são as compras mais “escondidas” pelos homens e mulheres. Foto: reprodução

SPC – Uma pesquisa nacional realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) revelou que três em cada dez brasileiros (29,2%) não sabe ao certo o valor do salário do parceiro (a). O estudo também mostrou quais são as compras mais “escondidas” pelos homens e mulheres. Além das estratégias utilizadas para que o parceiro (a) não descobrisse os gastos.

SPC revela: compra e esconde

SPC revela quais são as compras mais “escondidas” pelos homens e mulheres. Foto: reprodução
SPC revela quais são as compras mais “escondidas” pelos homens e mulheres. Foto: reprodução

Apenas 38,9% das famílias brasileiras conversam abertamente sobre os gastos e as receitas da casa todos os meses.

Mas mesmo nas famílias em que os cônjuges falam abertamente sobre seus salários, 29% omitem ao menos uma despesa por mês do parceiro (a).

De acordo com o levantamento feito pelo SPC, as estratégias mais utilizadas pelos entrevistados para esconder as compras são: pagar com dinheiro (26,9%), não deixar o cônjuge ver a fatura do cartão de crédito e/ou extrato da conta corrente (15,9%) e chegar em casa antes do cônjuge para guardar as compras sem que ele veja (14,4%).

SPC: itens mais “escondidos” pelas mulheres

A pesquisa do SPC mostra que os itens mais “escondidos” pelas mulheres são:

  1. Roupas (62,0%);
  2. Calçados (59,9%);
  3. Maquiagem, perfume e cremes (49,4%);
  4. Acessórios (39,9%).

SPC: itens mais “escondidos” pelos homens

Já os homens costumam omitir mais:

  1. Produtos de carro e moto (24,2%);
  2. Jogos (22,5%);
  3. Cigarro e bebidas (15,0%);
  4. Artigos esportivos (8,3%).

Equilíbrio financeiro

Quando consideradas as decisões sobre o orçamento familiar, 52,9% dos entrevistados pelo SPC, afirmam que são de forma compartilhada entre toda a família e 25,3% dizem que não há discussão sobre o assunto.

Com relação às contas, 32,6% afirmam que são divididas igualmente entre os moradores que possuem renda. E, portanto, em 28,4% dos casos apenas um morador arca com todas as despesas.

Em 72,8% das famílias os moradores da casa concordam com todas as decisões sobre o destino do dinheiro.

Quando sobra algum valor dos gastos familiares, o mais usual é que seja usado no próximo mês (34,2%), e em 22,8% das famílias não há sobra de dinheiro.

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A pesquisa mostra ainda que em 43,9% das famílias há ao menos um morador que prejudica o equilíbrio financeiro do domicílio. E em 56,1% dos lares ninguém gasta mais que o combinado.

Para a economista-chefe do Sistema de Proteção ao Crédito, Marcela Kawauti, basta uma única pessoa agindo de forma irresponsável para comprometer as finanças de toda a família. “Compras não planejadas, compromissos de longo prazo assumidos sem o devido respaldo financeiro ou gastos além da conta corrigidos pelos juros do cartão de crédito ou do cheque especial podem, rapidamente, deixar as contas no vermelho”, alerta a economista.

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