SPC: pesquisa revela que 48% dos brasileiros ficaram com “nome sujo” nos últimos 12 meses

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SPC: pesquisa revela que 48% dos brasileiros ficaram com “nome sujo” nos últimos 12 meses
SPC: pesquisa revela que 48% dos brasileiros ficaram com “nome sujo” nos últimos 12 meses

13 de fevereiro – Uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), revelou que 48% dos consumidores não conseguem controlar seu orçamento. Além disso, muitos consumidores brasileiros ficaram com o “nome sujo” nos últimos 12 meses, devido às dívidas em atraso.

Em contrapartida, 39% disseram que passaram a controlar mais seus gastos após ter passado pela experiência da negativação e 34% afirma refletir mais antes de realizar uma compra.

Outros 21% não emprestam mais seu nome a terceiros e 18% estão evitando compras com o cartão de crédito. 78% dos brasileiros estão conseguindo terminar o mês com todas as contas quitadas, mas em 33% dos casos não sobra dinheiro no final do mês.

Já 22% dos entrevistados afirmam que sofrem para conseguir administrar suas finanças e frequentemente deixam de pagar suas dívidas, ficando negativados no SPC e outros birôs de crédito.

SPC: pesquisa revela que 48% dos brasileiros ficaram com “nome sujo” nos últimos 12 meses
SPC: pesquisa revela que 48% dos brasileiros ficaram com “nome sujo” nos últimos 12 meses

SPC: falta de disciplina financeira e renda são o que mais causam negativação

A pesquisa do SPC revela ainda que dificuldades para manter despesas em ordem não é exclusividade dos que não conseguem controlar o orçamento, já que mesmo os que utilizam algum método de controle, 61%, afirmam ter dificuldades, principalmente para os que tem renda variável, 21%.

O caderno continua sendo o meio mais usado para tentar controlar dívidas e registrar movimentações financeiras.

Ademais, a pesquisa ouviu 813 consumidores acima de 18 anos de todas as classes sociais nas 27 capitais.

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Para dar o primeiro passo na área de investimentos é preciso atribuir um montante mensal de reserva, equivalente a uns três meses de gastos que são indispensáveis como: aluguel, alimentação, transporte etc.

É necessário estar preparado para investir o dinheiro a ser utilizado, não pode, portanto, prejudicar as obrigações financeiras do dia a dia.

Desta forma, se surgir algum imprevisto, você não precisará recorrer a empréstimos como o cheque especial e correr o risco de ficar negativado no SPC

Porém, não deixe esse dinheiro parado em uma conta. Invista em algum produto financeiro de liquidez diária, que geralmente podem ser resgatados quando necessário.

Ou seja, invista suas finanças em títulos de renda fixa, como papéis do Tesouro Nacional que são vinculados à taxa de juros básica da economia, a Selic.

Esse tipo de operação tem poucas variações, então, são mais seguros. Você pode utilizar esse mesmo recurso para juntar dinheiro para realizar algum sonho e cumprir metas.

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