Negativou no SPC e Serasa? Confira dicas de especialistas para limpar o nome

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Saiba como negociar dívida no Banco do Brasil e limpar o CPF no SPC/Serasa
Saiba como negociar dívida no Banco do Brasil e limpar o CPF no SPC/Serasa

De acordo com dados do SPC e Serasa, atualmente são mais de 62 milhões de brasileiros com o nome negativado por conta das dívidas. Assim, para  limpar o nome nos órgãos de proteção ao crédito, sem depender de campanhas para reativar o crédito, é fundamentalmente importante adotar alguns cuidados simples. Listamos abaixo algumas dicas importantes.

Liste todas as suas dívidas para começar a limpar o nome

Como se livrar das dívidas e limpar o nome no SPC e Serasa. Foto: reprodução

O consumidor precisa fazer uma lista de todas as suas contas em atraso. É importante, portanto, saber exatamente quais são suas dívidas. E, assim, conferir a situação do CPF no site Serasa Consumidor.

De forma gratuita, o consumidor poderá consultar e saber para quem está devendo. Feito isso, iniciar uma estratégia para limpar o nome, controlando melhor o orçamento.

As empresas costumam esperar pelo menos 30 dias para o envio de comunicado ao consumidor inadimplente. Mas não há uma regra quanto a esse prazo. Portanto, é importante ficar atento. Pois, geralmente, ele vem por meio de carta enviada por um serviço de proteção ao crédito (SPC e Serasa ou Boa Vista – SCPC).

O prazo para pagamento, geralmente, é de 10 dias. Caso contrário, o CPF do consumidor ficará negativado.

Ocorrendo, desse modo, a negativação, tem-se início uma verdadeira batalha para limpar o nome novamente.

Renegocie sua dívida diretamente com o credor para limpar o nome

Após saber quais são as dívidas e quem são os credores, o próximo passo para conseguir limpar o nome é tentar um acordo com a empresa.

É a partir daí que o consumidor precisará traçar uma estratégia para a negociação dos débitos. Para, enfim, conseguir limpar o nome.

Nesse acordo, não pode ter vergonha de negociar. Deve se pedir sim, portanto, um  desconto que permita o pagamento da dívida à vista. Ou mesmo, tentar um parcelamento que realmente caiba no bolso.

Da dívida mais cara para a mais barata

A dica para o consumidor é começar da dívida mais cara para a mais barata. Lembrando, portanto, que aquelas que cobram juros altos são as mais perigosas e devem ser quitadas o quanto antes.

Caso a dívida seja parcelada e ocorra novo atraso no pagamento das parcelas, o credor pode negativar novamente o CPF do consumidor.

Outro cuidado que se deve ter nesse momento, é com relação aos golpistas que aproveitam do momento de fragilidade.

Especialmente pela internet, surgem os cibercriminosos para extorquir mais dinheiro. Prometendo limpar o nome do devedor, retirando a negativação junto do SPC e Serasa .

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Organize-se para não cometer o mesmo erro e precisar limpar o nome novamente

Faça uma lista com toda a sua renda e todas as suas despesas. Só essa organização, já costuma fazer os gastos caírem.

Concentre os gastos fixos (mensais) perto do dia de recebimento, assim, o consumidor paga o mais importante e o essencial logo de vez. Depois, é só administrar o que sobrar.

Mas atenção: os especialistas dizem que os gastos fixos não podem ultrapassar 50% da renda total. Caso o valor seja ultrapassado, reveja essas contas fixas.

Contas prioritárias são aquelas básicas para a sobrevivência, como água, luz e supermercado.

Determinadas dívidas podem se tornar prioritárias, apesar de não comprometerem a sobrevivência, necessariamente. E, por isso, merecem atenção especial.

É o caso, por exemplo, do financiamento da casa própria ou de um carro, já que são bens que podem ser retomados muito rapidamente pelos bancos e financeiras; em caso de inadimplência: três meses de atraso.

Em síntese:

Fazer, portanto, uma lista de todas as contas, descobrindo exatamente o que está em atraso é o primeiro passo. Feito isso, procurar acordo com os credores, sem receio de pedir o máximo de desconto possível, também é uma ação importante para quem se endividou.

Lembrando sempre que, começar a pagar da dívida mais alta para a mais baixa, pode ser uma boa estratégia.

Além disso, organizar as contas em casa, evitando gastar mais do que 50% da renda total, é a melhor saída apontada pelos especialistas.

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