Estou em dívida com banco por causa do cartão de crédito e empréstimo. O que fazer?

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Estou em dívida com banco por causa do cartão de crédito, empréstimo etc. O que fazer?

Dentre as causas que mais contribuem para deixar o consumidor endividado no país estão as obrigações contraídas junto aos bancos. A dívida pode ser por causa do cheque especial, cartão de crédito, empréstimo ou outro produto. Contudo, como os juros são sempre muito altos, o débito costuma crescer rapidamente e o consumidor se vê em apuros.

Dessa forma, é fundamental saber como negociar com o banco para se livrar da dívida e ter mais tranquilidade. Confira mais.

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Aprendendo a negociar dívidas contraídas com o banco

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Estou em dívida com o banco e estou pressionado. O que fazer?

As instituições financeiras possuem, via de regra, departamento especializado em negociação de dívidas. Normalmente esse setor atua através de diferentes canais de comunicação, como telefone, chat online, ou mesmo ficando à disposição para o atendimento nas agências físicas.

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Adiante serão fornecidas dicas preciosas de como efetuar uma boa e eficiente negociação do débito com o banco.

Fazer cálculos precisos e sinceros dos gastos e rendimentos mensais

O primeiro passo para negociar a dívida com o banco deve o interessado ter a capacidadade de analisar o próprio orçamento sem auto-engano. É preciso ter uma posição precisa e realista do quanto entra e sai de dinheiro no bolso durante o mês.

Além disso, deve-se preparar para assumir uma clara disposição para sacrificar certos confortos, eliminando alguns gastos habituais não tão necessários.

Isso impedirá que se faça um acordo irreal, que o orçamento do devedor não consiga suportar.

Analisar com calma a proposta de acordo feita pelo banco

Não se deve jamais aceitar a proposta dada pelo banco sem refletir com cuidado. A primeira proposta quase sempre pode ser melhorada. Desse modo, o consumidor deve ficar atento aos valores informados.

É preciso sim efetuar uma análise detalhada e não se constranger em pedir que se retire todos os valores que não sejam ou façam parte da quantia principal da dívida.

Além de lutar por um número de parcelas maior, que também vai corresponder a um prazo maior para pagar.

Ser assertivo durante o processo de negociação

É possível ainda participar de forma mais ativa na negociação. Isso significa barganhar e fazer algumas sugestões e possibilidades de proposta.

Além de pedir que se corte juros e demais parcelas acessórias, o próprio devedor pode sugerir as parcelas que caibam no bolso.

Valer-se de eventos especiais de negociação

Outra alternativa interessante é recorrer aos famosos feirões de negociação, como o Feirão Limpa Nome, do Serasa. Nesses feirões, as condições de pagamento costumam ser bem mais interessantes, com parcelas menores e, principalmente, excelentes descontos.

Além disso, esses feirões permitem negociar não apenas as dívidas que foram negativadas, mas até mesmo aquelas que ainda não estão no SPC e Serasa, porém, já se encontram em atraso.

O acordo sobre a dívida com o banco

O acordo com o banco é a solução mais viável para se conseguir pagar uma dívida e recuperar a tranquilidade e o crédito na praça. Então se faz necessário verificar todas as possibilidades que estejam à disposição.

Pagamento à vista se possível

Portanto, caso se tenha algum dinheiro de reserva que se possa usar para fazer uma proposta vantajosa de pagamento à vista, isso seria uma saída excelente.

Outrossim, até se valer de um empréstimo em termos mais baratos para liquidar a dívida mais cara, também é uma estratégia que deve-se levar em consideração.

Entretanto, o pagamento precisa ser da dívida toda, e sempre pleiteando a retirada dos juros e multas e também um desconto importante, antes de quitar.

Então, sejam empréstimo, cartão de crédito, cheque especial ou qualquer outro produto que esteja ensejando o débito, todos devem ser reunidos e quitados com o recurso.

Caso contrário é buscar mesmo o parcelamento com maior prazo possível e demais aspectos, como já foi dito.

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Contudo, é importante lembrar que, apesar de ser grande o interesse dos bancos em realizarem uma negociação,  eles não são obrigados por lei a fazerem isso.

 

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