SPC afirma que a queda da inadimplência impulsionará crescimento

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11 de fevereiro – De acordo com Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, a redução da inadimplência no mês de novembro do ano passado é um indicador de que a economia está melhorando e que 2020 será melhor que 2019.

Em novembro a quantidade de consumidores brasileiros que estavam com contas atrasadas diminuiu em 0,27% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior, pois segundo levantamento realizado pelo SPC, a última queda se deu em setembro de 2017.

Kawauti afirma que, o resultado positivo da economia no final de 2019 resultará em um bom desempenho para potencializa-la em 2020.

“A velocidade que a gente entra nesse ano é muito boa. Ainda não é o crescimento que a gente via anterior à crise, mas é melhor do que em 2019” , assegurou.

Além disso, ainda de acordo com a analista, a retomada econômica mais forte irá permitir com que o mercado de trabalho se recupere com mais facilidade, já que a diminuição do endividamento permite que o consumidor seja liberado para consumir e tomar crédito.

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Levantamento do SPC afirma que a inadimplência está crescendo entre os mais velhos

Apesar de ter caído três faixas etárias, a quantidade de consumidores devedores acima dos 50 anos subiu consideravelmente.

Os dados da abertura por idade revelam que em novembro, a inadimplência teve:

  • queda de 21,6% entre os jovens de 18 a 24 anos;
  • -11,0% entre que têm de 25 a 29 anos;
  • retração de 3,2% considerando as pessoas de 30 a 39 anos;
  • entre a faixa de 40 a 49 anos houve uma estabilidade (0,7%);
  • nas demais faixas houve alta, como o avanço de 1,6% entre 50 e 64 anos,
  • e o crescimento de 3,8% considerando os idosos de 65 anos ou mais.

Outro dado da pesquisa realizada pelo SPC, apresenta a queda em relação ao número de dívidas contraídas em nomes de pessoas físicas, já que ouve uma queda de 4,0%.

Portanto, foi a sexta queda seguida, que se constatou em novembro de 2019.

Dívidas com bancos também caem

Os dados do indicador de inadimplência mostram que as dívidas com bancos e o setor de comunicação, como telefonia, internet e TV por assinatura, caíram cerca de 25,3% na comparação anual.

Já dívidas bancarias que que consistem em cartão de crédito, cheque especial e empréstimos, caíram cerca de 1,8%.

Contudo, dívidas com o comércio, muitas vezes feitas no crediário, avançaram 1,5% em novembro, enquanto as pendências com água e luz cresceram 10,3%, segundo a publicação do SPC Brasil.

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