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Empréstimo: maioria absoluta dos brasileiros não consegue pagar

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31 de dezembro – Uma pesquisa realizada este mês pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelou que 70% dos consumidores que decidem solicitar um empréstimo, posteriormente, não conseguem quitar o valor estipulado. As taxas de juros altas e o desemprego são algumas das situações que levam o consumidor a não arcar com seus compromissos, e, consequentemente, ficar negativado em órgãos como SPC e Serasa.

Por outro lado, muitas pessoas tendem a solicitar a aprovação de um empréstimo, na esperança de diluir quaisquer débitos que estejam “sujando seu nome” nos birôs de crédito do país. Contudo, acabam por adquirir uma dívida pior do que a que já tinham.

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Obter empréstimo para pagar dívidas é a solução?

As tarifas decorrentes deste tipo de crédito variam de acordo com cada banco e principalmente dos impostos cobrados. Quanto mais tempo para pagar mais taxas de juros podem correr e, até mesmo, duplicar o valor do débito com empresas de financiamento.

Por isso, fazer um levantamento sobre taxas de juros é indispensável.

É preciso comparar com sua dívida atual para saber se realmente, obter um empréstimo para quitar uma dívida não vai causar mais problemas.

Em casos nos quais o endividamento era causado por cartão de crédito no rotativo, até 2017 o melhor a se fazer era solicitar financiamento para cobrir o montante da dívida existente.

Com as regras para débitos no cartão de crédito era possível pagar sempre o mínimo de 15% de cada fatura, e, então, financiar o valor automaticamente. O montante acabava se tornando um valor muito alto e impossibilitava aos consumidores quitarem a quantia. Porém as regras mudaram.

Na regulamentação atual o cliente só pode pagar o mínimo de 15% da fatura de seu cartão por apenas um mês.

Caso, não seja possível quitar o valor total das próximas tarifas, o banco responsável pela emissão do cartão deve entrar em contato com o cliente e oferecer uma forma de aniquilar a dívida, sem ter que pagar juros em cima de 85% do valor do mês.

Portanto, o devedor tem outra opção além do empréstimo e pode evitar mais um tipo de endividamento.

Mas vale ressaltar que os juros cobrados nestes tipos de financiamento para parcelas atrasadas de cartões, ainda são altos: 9,99% ao mês e 213,5% ao ano.

Conheça as taxas de juros do empréstimo consignado

A média de juros mensais do empréstimo consignado é de 1,89% segundo o Banco Central do Brasil.

Por isso, sua taxa de juros está entre as mais baixas do mercado, chegando a ser metade do valor cobrado em outros empréstimos pessoais, que rendem juros de 5,32% ao mês.

Além disso, no cheque especial a diferença é bastante significativa, pois enquanto o empréstimo consignado tem uma média de 42,8% ao ano, os juros do cheque especial se multiplicam mais de 100% chegando a 327 ao ano.

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