Auxílio emergencial pode ir além dos R$ 600 e focar na geração de emprego

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Auxílio emergencial pode ir além dos R$ 600 e focar na geração de emprego
Auxílio emergencial pode ir além dos R$ 600 e focar na geração de emprego

O auxílio emergencial de R$ 600 que o governo está disponibilizando para milhões de pessoas enfrentarem a crise provocada pela pandemia do coronavírus, não será suficiente para normalizar a situação econômica do país, pós-pandemia.

Apesar do dinheiro do auxílio emergencial ser essencial para muitas pessoas que de uma hora para outra tiveram uma queda drástica em sua renda, como os trabalhadores informais e microempreendedores individuais, o desemprego é a grande preocupação da população.

Certamente, o desemprego que já assolava o Brasil pré-pandemia (em 2019 a taxa média foi de 11,9%), agora alcança uma projeção muito maior, de 17,8% até o final deste ano, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Entretanto, o Governo Federal, na última sexta-feira (24), sinalizou com um plano que deve ir além do auxílio emergencial, já pensando em uma forma de recuperar a economia fragilizada e focando na geração de empregos, o  “Pró-Brasil”. Mas o que esperar desse plano de governo?

Auxílio emergencial pode ir além dos R$ 600 e focar na geração de emprego
Auxílio emergencial pode ir além dos R$ 600 e focar na geração de emprego

O dinheiro do auxílio emergencial é importante para o enfrentamento da crise, mas a geração de emprego precisa ser o norte do governo

O auxílio emergencial está previsto para durar três meses, contudo, os problemas gerados pela pandemia de Covid-19 devem durar muito mais tempo, e as medidas de auxílio à população devem ir bem mais além que somente a distribuição de renda por um período determinado.

De acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o produto interno bruto mundial, que é a riqueza gerada por um país durante todo o ano, deve recuar 3%, e no Brasil, a estimativa é ainda pior, com uma queda de 5,3% na atividade econômica.

Em resumo, o plano do governo busca gerar emprego e recuperar a infraestrutura do país, sendo estruturado nos próximos meses e com implementação efetiva a partir de outubro deste ano.

A estimativo do governo é de um investimento na ordem dos R$ 250 bilhões, entre concessões e parcerias com a iniciativa privada e pelo menos R$ 30 bilhões de investimento público.

Portanto, o governo busca abrir frentes de trabalho, o que envolveria diversas obras públicas e assim, gerar mais de 1 milhão de vagas de emprego.

Contudo, de acordo com diversos especialista, ainda será necessário detalhar todo o plano, já que apesar de boas, tudo não passa, apenas, de diretrizes.

Medidas como o auxílio emergencial já sinalizam a necessidade de recuperar o poder de compra da população e reaquecer a produção

A recuperação da economia depende essencialmente da recuperação do poder de consumo de grande parte da população.

Apesar de uma boa parte estar sendo atendida com o dinheiro do auxílio emergencial, esse valor é pelo menos metade do que muitos ganhavam antes da pandemia.

De acordo com especialistas econômicos, esse é um momento em que todas as grandes economias do mundo, certamente, vão priorizar programas voltado à geração de emprego e renda para reativar a produção e possibilitar assim, a recuperação econômica.

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